Polícia prende homem que matou adolescente grávida com tiro na cabeça dentro de igreja
A vítima era ex-companheira do homem.
- Foto: reprodução/Metrópoles
Notícias policiais – Vandiel Próspero, de 24 anos, foi preso nesta sexta-feira (28/2) acusado de assassinar a adolescente grávida Gessica Moreira de Sousa, de 17 anos. O crime ocorreu no último sábado (22/2) dentro de uma igreja evangélica no Assentamento Carlos Lamarca, área rural de Planaltina (DF). O homem foi localizado e capturado no estado da Bahia por equipes da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) e da Divisão de Apoio Logístico Operacional (Dalop) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
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Segundo as investigações, Vandiel invadiu a igreja e atirou na cabeça da jovem, que estava com a filha mais nova do casal no colo. Ele e Gessica tiveram duas meninas, de 4 e 2 anos. A vítima chegou a ser levada ao Hospital Regional de Planaltina (HRP), mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber atendimento médico.
De acordo com a Polícia Civil, a motivação do crime teria sido o fato de Gessica estar em um relacionamento com o irmão do criminoso. Antes do homicídio, Vandiel foi até a casa da ex-companheira, mas não encontrou os dois. Determinado a cometer o crime, ele seguiu até a igreja e executou a jovem.
Após o assassinato, o feminicida fugiu com a ajuda de três amigos. O grupo abandonou o veículo utilizado na fuga, um Ford Ka vermelho, na DF-250, próximo ao Trevo do Alemão, também em Planaltina.
A caçada ao criminoso durou seis dias, até que a polícia conseguiu localizá-lo na Bahia. A prisão foi realizada em operação conjunta da PCDF, que contou com apoio de autoridades locais. Vandiel foi encaminhado para o Distrito Federal, onde responderá pelo crime de feminicídio qualificado.
A família de Gessica, que mora em São Paulo, foi ao DF dois dias após o crime para liberar o corpo da jovem no Instituto Médico Legal (IML). O sepultamento aconteceu em Avelino Lopes (PI), cidade natal da adolescente.
Além do feminicídio, Vandiel possui antecedentes criminais por estupro de vulnerável. Agora, ele permanecerá à disposição da Justiça, e a PCDF segue investigando a participação dos três comparsas na fuga.
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