Professora é presa por exploração sexual da própria filha em Envira
Prisão ocorreu em comunidade rural de Envira após cooperação entre as polícias civis de SP e AM;

FOTO: Reprodução
Resumo:
Uma professora foi presa em Envira (AM) acusada de estuprar e explorar sexualmente a própria filha. A investigação começou em São Paulo, durante a Operação Predador Digital, que identificou uma rede de compartilhamento de pornografia infantil. A prisão ocorreu em uma zona rural de difícil acesso, após a apreensão de dispositivos eletrônicos com provas dos crimes.
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Notícias de Polícia – Uma ação conjunta entre as Polícias Civis do Amazonas e de São Paulo resultou, nesta sexta-feira (8), na prisão de uma professora no município de Envira (a 1.208 km de Manaus). Ela é investigada por crimes gravíssimos contra a própria filha, incluindo estupro de vulnerável, aliciamento, além da produção, armazenamento e divulgação de material de exploração sexual infantil.
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Conexão entre Estados e a Investigação
O caso veio à tona através da Operação Predador Digital, sediada em Andradina (SP). Durante as diligências em solo paulista, a polícia identificou um homem que aliciava mulheres para que estas realizassem atos libidinosos com menores de idade e enviassem o conteúdo.
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Na residência desse suspeito, em Castilho (SP), foram apreendidos materiais que comprovaram a participação da professora residente no Amazonas como uma das fornecedoras das imagens e vídeos da própria filha.
Logística e Prisão em Envira
As equipes do Departamento de Inteligência (DIPC) e da 66ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) localizaram a suspeita na comunidade rural Três Irmãos. A operação exigiu um deslocamento de mais de três horas de barco pela calha dos rios da região.
Apreensões: Além da prisão temporária, os policiais recolheram um notebook e dois celulares que passarão por perícia técnica.
Contexto: O delegado-geral da PC-AM, Bruno Fraga, enfatizou que a prisão faz parte de um esforço que resultou na detenção de mais de 50 abusadores apenas nesta semana no estado.
Próximos Passos
A professora foi conduzida à sede do município e permanece à disposição da Justiça. A investigação agora busca identificar se o conteúdo produzido foi comercializado em redes internacionais de pornografia infantil e se há outras crianças envolvidas no esquema. A vítima, cuja idade não foi revelada para preservação de sua identidade, está sob os cuidados dos órgãos de proteção à criança e ao adolescente.
Canais de Denúncia: A Polícia Civil reforça que casos de abuso infantil podem ser denunciados anonimamente pelo Disque 100 ou pelo 181.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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