Saiba quem são os policiais do Amazonas presos pela PF por sequestro e tortura
A operação envolveu a execução de 13 mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão.
- (Foto: Divulgação)
Notícias policiais Na manhã desta quinta-feira, 22, a Polícia Federal deflagrou a Operação Jeremias 22:17, visando coletar informações sobre o sequestro de um indivíduo no município de Caracaraí, Roraima. A operação envolve a execução de 13 mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão temporária, cumpridos em Roraima, Amazonas, Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul, todos expedidos pela Justiça Estadual.
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As investigações, iniciadas com a colaboração da Promotoria de Justiça de Caracaraí, revelam que policiais do Amazonas estariam envolvidos no sequestro e tortura de um suspeito, forçando-o a revelar o destino de uma carga de cassiterita. A apuração também apontou a participação de policiais do Estado de Roraima.
Dois policiais civis suspeitos de envolvimento no sequestro e tortura de um homem de 43 anos em Caracaraí. O incidente ocorreu em 2023 e foi denunciado pelo irmão da vítima, um policial militar.
Um dos detidos é motorista, mas não teve a identidade revelada, Álvaro Tibúrcio Steinheuser, tinha uma identidade funcional como investigador de polícia e o delegado Adriano Félix.
A PM recebeu denúncias sobre dois homens em um carro envolvidos na ação. Ao tentarem fugir, foram abordados e levados à delegacia, mas não apresentaram a suposta ordem de missão que alegaram ter.
A Polícia Civil do Amazonas anunciou na epóca, a abertura de um processo administrativo para investigar o caso, enfatizando que não tolera desvios de conduta entre seus servidores.
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Detalhes do Crime
A vítima, que estava com seu pai, foi abordada por três homens que se identificaram como policiais civis. Depois de ameaças, foi algemada e submetida a choques elétricos. Durante o sequestro, os suspeitos exigiram informações sobre um celular, que foi posteriormente retirado da casa da vítima.
Os criminosos, além de ameaçá-lo, liberaram a vítima após obter informações que buscavam, mas não antes de intimidá-lo a não procurar a polícia.


Delegado Adriano Félix
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