Suspeito de matar líder indígena no Amazonas é preso no Pará
Suspeito de 44 anos estava foragido e é apontado como envolvido na morte do cacique Jair Miranha e em outro homicídio ocorrido em 2025.

Foto: Reprodução
Resumo
A matéria aborda a prisão de um homem de 44 anos suspeito de envolvimento em dois homicídios ocorridos em Manaus, entre eles o assassinato do líder indígena Jair Cordovil Trindade, conhecido como Jair Miranha. O suspeito foi localizado no município de Afuá, no Pará, após uma operação de monitoramento interestadual conduzida pela Polícia Civil do Amazonas, com apoio da Polícia Civil do Pará. As investigações também apuram a motivação do crime contra o líder indígena, que pode estar relacionada a conflitos por terras.
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Notícias Policiais – Um homem de 44 anos, suspeito de envolvimento em dois homicídios registrados em Manaus, foi preso na segunda-feira (26) no município de Afuá, localizado na Ilha do Marajó, no estado do Pará. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), que realizou a prisão após um trabalho de monitoramento interestadual.
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Investigado estava foragido desde os crimes
De acordo com a polícia, o suspeito, identificado como Alison M. R., estava foragido e vinha sendo acompanhado pelos investigadores da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). As apurações indicam que ele teria participação no homicídio de Alexandre Soriana da Silva, ocorrido em abril de 2025, além de outro crime de grande repercussão na capital amazonense.
Crimes ocorreram na Zona Oeste de Manaus
Segundo a PC-AM, os dois homicídios atribuídos ao investigado teriam sido praticados na Zona Oeste de Manaus. Após a confirmação de que o suspeito havia deixado o estado, a polícia amazonense solicitou apoio da Polícia Civil do Pará para o cumprimento dos mandados de prisão.
Assassinato de líder indígena segue sob investigação
Entre os crimes investigados está o assassinato do líder indígena Jair Cordovil Trindade, conhecido como Jair Miranha. A Polícia Civil apura se o homicídio teve relação com disputas por terras indígenas. Conforme divulgado à época, os autores do crime teriam se passado por vendedores ambulantes para se aproximar da vítima, que foi baleada ao sair de casa e morreu após passar dias internada.
O suspeito deverá responder por homicídio qualificado e permanece à disposição da Justiça. Até o momento da prisão, não havia informações sobre a existência de defesa constituída.
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