Trio é preso por roubo de R$ 50 mil de turistas paranaenses no Centro de Manaus
Os criminosos encurralavam e agiam com violência com as vítimas.
Notícias de polícia – O trio identificado como Alessandro Mata do Rego, 41, Marco Antônio Batista, 25, e Thiago Nazaré Araújo, 30, foi preso na segunda-feira (11), por envolvimento no roubo a um grupo de turistas que estavam visitando o Centro de Manaus no dia 23 de junho deste ano. O prejuízo às vítimas foi avaliado em cerca de R$ 50 mil.
De acordo com o delegado Marcelo Martins, do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), as investigações iniciaram após uma matéria jornalística informando que 11 turistas paranaenses haviam sido alvos de assaltantes na rua Marechal Deodoro, no centro de Manaus, e foram levados diversos pertences das vítimas, como aparelhos celulares, pulseiras, cordões de ouro.
PUBLICIDADE
Trio rouba cerca de R$ 50 mil de 11 turistas em Manaus e acaba preso
Posted by AM POST on Tuesday, August 12, 2025
“Começamos a investigar esse fato e nesse último mês, chegando agora em agosto, a conclusão da participação de oito pessoas nesse crime. E aí foi representada pela prisão preventiva desses oito criminosos. E ontem nós realizamos uma operação policial com o objetivo de prender esses indivíduos. Nós obtivemos êxito em prender três desses oito criminosos em operação policial com 22 policiais disfarçados que atuaram na região ali da Marechal”, explicou o delegado.
Leia mais: Dupla é procurada suspeita de matar homem em escola desativada na rodovia AM-010
Banco de imagens de criminosos
Ainda de acordo com o delegado, a polícia criou um banco de dados com mais de 70 fotos de criminosos durante as investigações e que atuam na região central da capital amazonense.
PUBLICIDADE
“Nós realizamos várias operações prévias de abordagem de vários suspeitos naquela região. Nós capturávamos essas pessoas suspeitas, levávamos para o 24º dia, nós coletamos a fotografia dessas pessoas e formamos um banco de fotos, onde nós temos 70 fotografias dos suspeitos ali na região da Marechal Deodoro. E aí o que nós fizemos? Pegamos os inquéritos de forma retroativa e começamos a chamar as vítimas de vários inquéritos, de vários B.O., ou seja, as pessoas que fizeram B.O. relatando que foram assaltadas naquela região, nós convocamos e várias delas reconheceram esses criminosos em várias fotografias”, disse Martins.
Ação dos criminosos
Ainda segundo o delegado, os suspeitos usam códigos, palavras-chave e adereços para destacar as possíveis vítimas e, também, para avisar aos comparsas sobre o momento do ataque.
“Eles usam, inclusive, algumas palavras-chave, tipo, “cobre o ouro”, ele grita alto, para avisar os demais comparsas de que aquela pessoa é a que vai ser atacada como vítima. Então, grita alto, “ouro”. Eles falam alguma frase dentro daquele contexto, de uma maneira destacada para acionar os demais comparsas a atacar aquela pessoa. Esses ataques, esses assaltos são feitos com arma de fogo e com agressividade, empurrando as vítimas no chão, com socos, enfim, todo tipo de situação aterrorizante em relação à vítima”, detalhou o delegado.
Procedimentos
Os suspeitos foram presos, serão encaminhado a para a audiência de custódia e devem ficar à disposição da justiça.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






