Vídeo mostra Melqui Galvão em ligação com vítima de abuso de dentro da prisão: “Em 30 dias eu estou solto”
Investigado por suspeita de abuso sexual contra alunas de jiu-jítsu aparece em vídeo dentro da cela enquanto fala sobre saída da prisão.
- Foto: Divulgação
Resumo
O lutador de jiu-jítsu Melqui Galvão, investigado por suspeita de abuso sexual contra alunas, conseguiu acesso a um celular dentro da prisão e realizou videochamadas para tentar influenciar testemunhas, segundo denúncia divulgada pela deputada Alessandra Campêlo.
O lutador de jiu-jítsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, conhecido como Melqui Galvão, investigado por suspeita de abuso sexual contra alunas durante treinamentos da modalidade, voltou ao centro das investigações após conseguir acesso a um celular dentro da prisão para realizar videochamadas e manter contato externo enquanto estava custodiado.
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A denúncia foi divulgada pela deputada estadual Alessandra Campêlo, que afirma que o aparelho teria sido levado até a unidade prisional de forma irregular para que o investigado conversasse com pessoas ligadas ao caso e tentasse influenciar depoimentos de testemunhas.
Em um dos vídeos divulgados, Melqui aparece atrás das grades da cela enquanto conversa por chamada de vídeo.
“Eu te dou minha palavra. Vem para cá me ajuda… E você fazendo isso comigo vai está me honrando. Acha que vou te tratar como? Você acha que vou te tratar mal? Acha que vou falhar com você? Vou te dar minha vida por você”, diz o lutador na gravação.
Em outro trecho, ele afirma: “Minha prisão tem data para sair, é temporária. É uma prisão de 30 dias, em 30 dias eu estou solto e vou me levantar”.
Melqui Galvão foi transferido do Amazonas para São Paulo na noite da última quinta-feira (7) e segue preso no Presídio da Polícia Civil enquanto as investigações continuam.
Polícia investiga entrada de celular em unidade prisional
Segundo informações divulgadas pela parlamentar, o policial civil, Enoque Galvão, irmão do acusado e integrante de forças especiais, teria facilitado a entrada do celular na unidade prisional fora do horário permitido de visitas.
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A suspeita é de que o investigado utilizou o aparelho para manter contato com pessoas envolvidas no processo e tentar mudar versões apresentadas às autoridades.
O caso já teria sido comunicado ao Ministério Público de São Paulo e também às forças de segurança responsáveis pela investigação.
Alessandra Campêlo afirmou que o episódio representa risco direto às vítimas e pode comprometer o andamento das investigações.
Prisão preventiva
Diante das denúncias, a deputada defende que a prisão temporária de Melqui Galvão seja convertida em prisão preventiva.
Segundo ela, o conteúdo das ligações demonstra tentativa de intimidação e influência sobre testemunhas do caso.
Caso segue sob investigação
As investigações começaram após denúncias de atletas que relataram supostos abusos durante treinamentos de jiu-jítsu. O caso ganhou repercussão nacional e segue sendo acompanhado pelas autoridades paulistas.
Até o momento, a defesa de Melqui Galvão não comentou oficialmente as denúncias relacionadas ao uso de celular dentro da prisão e às supostas tentativas de influenciar testemunhas.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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