Política

Alexandre de Moraes tentou esconder requerimento que prova que Bivar usou o STF

Bivar supostamente usou o STF para afastar os deputados bolsonaristas para ficar com os R$ 193 milhões do fundo partidário e para enfraquecer e tentar derrubar o presidente Jair Bolsonaro.

Os arquivos secretos do Ministro Alexandre de Moraes no âmbito dos inquéritos 4871 e 4828 vieram como uma bomba neste final de semana no Brasil. Na semana passada, o Ministro Alexandre de Moraes deferiu o acesso aos autos para o advogado do jornalista Oswaldo Eustáquio, no entanto, Moraes retirou da peça entregue aos advogados, o requerimento 452/2020, de autoria do deputado federal Nereu Crispim (PSL-RS), que comprova de maneira incontestável que o inquérito é uma fraude e foi solicitado a pedido de Luciano Bivar, presidente nacional do PSL, com objetivos criminosos. Bivar usou o STF para afastar os deputados bolsonaristas para ficar com os R$ 193 milhões do fundo partidário e para enfraquecer e tentar derrubar o presidente Jair Bolsonaro.

O requerimento é mantido nos diários secretos do STF, mas o assunto é pauta proibida entre os servidores do STF, que nunca presenciaram situação semelhante. Agora que a situação veio á tona, a ordem no STF é tentar ignorar o caso para não se tornar o maior escândalo da história da Suprema Corte.

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A reportagem apresentou o protocolo em que o deputado Nereu Crispim, autor das petições que deram início e balizaram os inquéritos, solicitando a retirada de seus pedidos, pois admitiu que foi usado como laranja pela cúpula do PSL para através de informações falsas, forjar a abertura do inquérito das Fake News.

E 2014, na cidade de Paranaguá, o jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina essa coluna, denunciou o juiz da cidade, Hélio Arabori, por situação semelhante. O juiz escondeu os processos dos pescadores que foram enganados por uma quadrilha. Em Antonina, os processos foram enterrados no fundo do Fórum. O juiz Hélio Arabori foi preso e ficou 100 dias no presídio de Piraquara, região metropolitana de Curitiba.

Fonte: Imprensa Brasil

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