Alfredo Nascimento critica lobby de Moraes no BC em defesa do Banco Master: “Isso é crime”
Segundo ele, a cobrança por esclarecimentos não representa ataque institucional, mas sim a defesa da democracia e do interesse público.
- Foto: reprodução
Notícias de Política – O presidente do Partido Liberal (PL) no Amazonas, Alfredo Nascimento, utilizou as redes sociais para defender a necessidade de fortalecimento das instituições democráticas e cobrar esclarecimentos diante de denúncias que envolvem integrantes do Poder Judiciário.
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Na publicação, Alfredo afirmou que o Brasil precisa de instituições “fortes, transparentes e respeitadas”, destacando que, diante de denúncias envolvendo membros do Judiciário, é dever da sociedade exigir responsabilidade, respeito à Constituição e observância aos princípios éticos. Segundo ele, a cobrança por esclarecimentos não representa ataque institucional, mas sim a defesa da democracia e do interesse público.
“Quando surgem denúncias envolvendo membros do Judiciário, é dever de todos cobrar esclarecimentos, responsabilidade e respeito à Constituição. Não se trata de ataque, mas de defesa da democracia, da ética e do interesse público”, afrima.
Em outra manifestação, o dirigente partidário comentou o cenário político durante o recesso do Congresso Nacional e a paralisação parcial das atividades em Brasília. Alfredo disse ter chamado atenção para uma reportagem divulgada por um grande grupo de comunicação, que, segundo ele, levantaria questionamentos sobre a atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em temas relacionados ao sistema financeiro.
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Nas declarações, Alfredo Nascimento criticou o que classificou como excessos cometidos ao longo de processos judiciais conduzidos pelo ministro, citando condenações que, em sua avaliação, seriam injustas. Ele também mencionou casos específicos que, segundo sua opinião, deveriam ser revistos, defendendo que atos considerados ilegais precisam ser anulados.
O presidente do PL Amazonas afirmou ainda que a população deve acompanhar atentamente as decisões das instituições e reforçou que nenhum agente público está acima da Constituição. Para ele, o debate deve ser retomado com mais intensidade a partir de fevereiro, quando as atividades do Congresso e do Judiciário retornam ao ritmo normal.
As declarações repercutiram nas redes sociais e no meio político, inserindo-se no debate nacional sobre os limites da atuação institucional, a separação dos Poderes e a necessidade de transparência no funcionamento do sistema de Justiça.
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