Após liminar para derrubar redes sociais, Marçal abre live e denuncia perseguição; vídeo
Candidato à Prefeitura de São Paulo disse que o sistema está “em desespero” contra ele.
- Foto: Reprodução Instagram
O candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), afirmou ser alvo de perseguição após a Justiça Eleitoral de São Paulo determinar a exclusão de seus perfis nas redes sociais devido a alegações de abuso de poder econômico. Marçal, que está concorrendo pelo PRTB, fez uma transmissão ao vivo para se defender da decisão, que foi solicitada pelo PSB, partido de Tabata Amaral.
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Durante a live, Marçal chamou a decisão de “perseguição” e declarou que o sistema está “em desespero” contra ele. Ele também pediu que seus apoiadores gravem vídeos de apoio enquanto seus perfis estão fora do ar e já criou um perfil reserva no Instagram.
Marçal aproveitou a oportunidade para criticar o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-chefe do Executivo Valdemar Costa Neto, presidente do PL, pedindo que Bolsonaro não se curvasse às pressões políticas.
O candidato do PRTB anunciou que entrará com recurso para tentar reverter a decisão e recuperar suas redes sociais, que incluem Instagram, TikTok, YouTube e o site da campanha. Além disso, ele está proibido de pagar “cortadores” de vídeos que promovem sua candidatura, sob pena de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.
A liminar, que atende a um pedido da campanha de Tabata Amaral, considera que Marçal teria remunerado indevidamente seus seguidores para promover sua campanha. Marçal nega as acusações e afirma que seus apoiadores agem de forma espontânea. A Justiça também negou outros pedidos do PSB, como a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Marçal, que só serão avaliados no julgamento do mérito.
Redação AM POST
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