Após ser alvo da PF, Bolsonaro reúne filhos e cúpula do PL para definir estratégia
Grupo aliado ao político diz que operação da PF foi uma “retaliação” de Moraes e do governo Lula ao ex-presidente.
Redação AM POST*
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O ex-presidente Jair Bolsonaro foi à sede do PL, em Brasília, com seus dois filhos parlamentares, o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, e o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, para definir estratégias após ser alvo busca e a apreensão nesta quarta-feira (3/5) na operação Venire da Polícia Federal, que investiga fraudes nos cartões de vacinação contra a Covid-19.
Bolsonaro também se reúne com o ex-ministro das Comunicações Fábio Wajngarten e o advogado Marcelo Bessa para formular sua defesa no processo. Na sede da Polícia Federal (PF), mais cedo, Wajngarten afirmou que o ex-presidente só prestará depoimento à PF após ter acesso aos autos do processo.
O líder do PL na Câmara, Altineu Côrtes (RJ), sugeriu que a ação foi uma forma de criar “um fato político” para desgastar a imagem de Bolsonaro e aliados.
Como possíveis motivos para a medida, Altineu citou a abertura da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, a participação do ex-presidente no Agrishow e o adiamento da votação do projeto de lei (PL) das Fake News na Câmara, na noite de terça-feira (2/5).
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