Bolsonaro ironiza sua possível volta a presidência e sugere Lula como ministro do Turismo em 2026
Ex-presidente fez referência às frequentes viagens internacionais realizadas por pelo petista desde que assumiu o poder.
- Foto: Gilson Machado/Arquivo pessoal
O presidente Jair Bolsonaro adotou um tom sarcástico ao comentar sobre a possibilidade de seu retorno à Presidência da República. Durante um encontro com o presidente eleito da Argentina, Javier Milei, Bolsonaro sugeriu, de forma irônica, que Lula poderia integrar sua equipe em 2026, ocupando o cargo de ministro do Turismo.
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Comitiva brasileira está na Argentina para participar da posse do direitista. Durante a conversa com Milei, Bolsonaro fez uma piada ao dizer que Lula seria seu “ministro do Turismo”, fazendo referência às frequentes viagens internacionais realizadas por Lula desde que assumiu o cargo de presidente em janeiro. Essas viagens têm sido alvo de críticas e agora Bolsonaro utiliza esse fato de forma satírica.
“Ele vai ser o meu ministro do Turismo”, afirmou Bolsonaro.
Desde que assumiu a Presidência da República, Lula tem acumulado dezenas de viagens ao redor do mundo, totalizando aproximadamente 2 meses em dias acumulados fora do país. Essas idas e vindas têm chamado a atenção e gerado críticas tanto da população como de seus opositores políticos.
O fato de Lula viajar frequentemente tem sido alvo de críticas, principalmente pela imagem que transmite de um líder que não está presente no país durante um período significativo de seu mandato. Além disso, há questionamentos sobre a finalidade dessas viagens e se elas estão de acordo com os interesses do Brasil.
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Enquanto Bolsonaro faz piada sobre uma possível volta ao poder, ele enfrenta uma inelegibilidade determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sua defesa, no entanto, questiona a decisão e busca reverter a medida aplicada pela Corte eleitoral.
A equipe jurídica de Bolsonaro não concorda com a inelegibilidade determinada pelo TSE e está em busca de formas de reverter essa decisão. A defesa argumenta que não existem provas suficientes para afirmar que Bolsonaro cometeu irregularidades eleitorais.
A possibilidade de Bolsonaro voltar ao poder em 2026 ainda é incerta. A decisão do TSE quanto à sua inelegibilidade será um fator determinante nesse sentido. Caso essa medida seja revertida, Bolsonaro poderá concorrer nas próximas eleições presidenciais e, quem sabe, ter como “ministro do Turismo” aquele que foi seu principal adversário político durante muitos anos.
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