Capitão Alberto Neto vota à favor da soltura de Chiquinho Brazão
O deputado preso é acusado de ser um dos mandantes da execução da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.

Foto: Reprodução
Na última votação da Câmara dos Deputados, o Amazonas se destacou pela divergência de posicionamentos em relação à prisão do deputado Chiquinho Brazão, acusado de envolvimento na execução da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.
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Enquanto os deputados Amom Mandel (Cidadania), Átila Lins (PSD), Silas Câmara (Republicanos) e Sidney Leite (PSD) votaram a favor da manutenção da prisão preventiva, os deputados Saullo Vianna (UB) e Capitão Alberto Neto (PL) foram os únicos parlamentares do estado a votar pela soltura do acusado.
A votação na Câmara dos Deputados resultou em 277 votos a favor da manutenção da prisão, 129 contra e 28 abstenções. A maioria absoluta era necessária para decidir sobre a continuidade da prisão preventiva, exigindo um mínimo de 257 votos favoráveis.
Os deputados Adail Filho (Republicanos) e Pauderney Avelino (UB) não compareceram à sessão de votação, alegando participação em reuniões em Brasília. Adail Filho esteve no Ministério dos Portos e Aeroportos defendendo os interesses dos municípios do interior do Amazonas, enquanto Pauderney Avelino se encontrou com representantes da Suframa para discutir questões relacionadas a cargos e salários do órgão, não deixando registro de seus votos.
O caso envolvendo Chiquinho Brazão é delicado, visto que Marielle Franco foi assassinada por suas posições contrárias às milícias no Rio de Janeiro e à comercialização ilegal de terras por esses grupos criminosos.
Confira a votação completa:
Redação AM POST
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