Condenação confirmada: TRE-AM mantém decisão que obriga Alberto Neto e Maria do Carmo a devolver R$ 768,7 mil ao Tesouro Nacional
Acórdão do TRE mantém a desaprovação das contas da chapa das eleições municipais de 2024 e determina devolução de recursos ao Tesouro Nacional.
- O TRE-AM manteve a desaprovação das contas da campanha de Alberto Neto e Maria do Carmo (Manaus/2024), após identificar irregularidades no pagamento de fiscais de seção eleitoral.
- A Corte confirmou a obrigação de a chapa devolver R$ 768,7 mil ao Tesouro Nacional, com juros e correção monetária.
- O recurso dos candidatos teve provimento parcial, mas não afastou a desaprovação das contas nem a determinação de ressarcimento.
- O TRE-AM também rejeitou alegação de nulidade por suposta falta de fundamentação da sentença.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: reprodução IA
Notícias de política – O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) analisou recurso contra decisão da 37ª Zona Eleitoral e manteve a desaprovação das contas da campanha do o deputado federal Capitão Alberto Neto, candidato a prefeito de Manaus em 2024, e de sua candidata a vice, Maria do Carmo, determinando que a chapa devolva R$ 768,7 mil ao Tesouro Nacional após identificar irregularidades no uso de recursos destinados ao pagamento de fiscais de seção eleitoral.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da última quinta-feira (30), onde a Corte também confirmou a determinação para que a chapa devolva o valor acrescidos de juros e correção monetária.
Nas eleições deste amo os já articulam seus próximos passos políticos: ele surge como pré-candidato ao Senado Federal, enquanto ela mira o Governo do Amazonas. No entanto, as credenciais financeiras e administrativas da dupla sofreram um baque definitivo na Justiça Eleitoral.
Por que as contas foram desaprovadas?
Segundo o acórdão, a principal irregularidade analisada envolveu despesas com fiscais de seção eleitoral.
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Os recorrentes sustentaram que os pagamentos deveriam ser considerados uma doação estimável em dinheiro ao partido, e não uma despesa irregular da campanha.
A relatora, porém, concluiu que esse enquadramento não era permitido pela legislação eleitoral.
Em um dos trechos do voto, consta:
“Os Recorrentes não poderiam doar os serviços de terceiros, por expressa vedação do art. 21, II, da Resolução TSE nº 23.607/2019, restando absolutamente irregular o gasto realizado.”
O recurso mudou a decisão?
O recurso foi conhecido e recebeu provimento parcial em alguns pontos da fundamentação.
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Entretanto, por maioria dos votos, o TRE-AM manteve a conclusão de que as contas deveriam permanecer desaprovadas.
O acórdão registra:
“DERAM PARCIAL PROVIMENTO ao recurso… mantendo a sentença recorrida que julgou desaprovadas as contas eleitorais… mantendo a determinação de devolução ao Tesouro Nacional do total de R$ 768.700,00.“
Leia documento: ALBERTO NETO E MARIA contas desaprovadas
O que diz o acórdão sobre a fundamentação da sentença?
A defesa também alegou nulidade da sentença por suposta ausência de fundamentação.
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Esse argumento foi rejeitado pelo Tribunal.
No voto da relatora consta:
“O fato de a fundamentação dada pelo juiz a quo não ter satisfeito aos Recorrentes… não quer dizer que não está fundamentada.”
Com o julgamento, permanece válida a desaprovação das contas da campanha de Alberto Neto e Maria do Carmo nas eleições municipais de 2024.
Leia mais: TRE-AM cobra devolução de R$ 768 mil de Alberto Neto e Maria do Carmo
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Além da manutenção da irregularidade nas contas, a decisão preserva a obrigação de ressarcimento de R$ 768,7 mil ao Tesouro Nacional, conforme estabelecido pelo TRE-AM.
O questionamento que fica ao eleitor amazonense
A prestação de contas eleitoral é o teste mais básico de transparência e capacidade de gestão que um candidato pode enfrentar. É o momento em que se demonstra rigor, respeito às leis e responsabilidade no uso do dinheiro.
Diante disso, surge a inevitável provocação: se Alberto Neto e Maria do Carmo não conseguem gerir e aprovar nem mesmo as contas da própria campanha eleitoral, como pretendem cuidar das finanças de todo o estado do Amazonas e representar o povo no Senado?
Gerenciar o orçamento público de um estado complexo como o Amazonas exige competência, controle fiscal e estrito cumprimento da lei — atributos que a dupla falhou em demonstrar no controle da própria chapa.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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