Coronel Menezes diz que Maria do Carmo já sabe que será vice em 2026: “Valdemar está dando risada”
Declaração do ex-superintendente da Suframa movimentou os bastidores políticos e levantou dúvidas sobre os planos do PL no Amazonas.
- Foto: Reprodução
Resumo
Durante entrevista ao programa Ponto Final, Coronel Menezes afirmou que a empresária Maria do Carmo já saberia que disputará as eleições de 2026 como candidata a vice-governadora. A declaração também incluiu críticas às articulações do PL no Amazonas e comentários sobre o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto.
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Notícias de Política – O ex-superintendente da Suframa Coronel Menezes movimentou os bastidores políticos do Amazonas ao afirmar que a empresária e reitora Maria do Carmo Seffair já teria conhecimento de que deverá disputar as eleições de 2026 como candidata a vice-governadora.
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A declaração foi dada durante entrevista ao programa Ponto Final, do Diário da Capital em parceria com a rádio Planeta 92.
“Ela já sabe disso”, afirma Menezes
Ao ser questionado pela jornalista Karla Costa sobre as articulações do PL no Amazonas, Menezes insinuou que Maria do Carmo não seria a cabeça de chapa do grupo político nas próximas eleições estaduais. “Ela já sabe disso”, afirmou o ex-superintendente, ao comentar a possibilidade de a empresária integrar uma chapa majoritária como vice.
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Durante a entrevista, Menezes foi novamente questionado se Maria do Carmo realmente seria vice-governadora em 2026 e repetiu a declaração. “Ela sabe disso. Ela já sabe disso”, disse.
Menezes cita Valdemar Costa Neto
Na mesma entrevista, Menezes também comentou a relação entre a cúpula nacional do PL e as movimentações políticas no Amazonas. Segundo ele, o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, estaria observando o cenário político local sem preocupação. “O Valdemar está dando risada, ele e o Alfredo, até agora”, declarou Menezes.
O ex-superintendente também criticou a mobilização política realizada recentemente pelo partido em Manaus e sugeriu insatisfação da direção nacional com a situação local. “Um presidente de partido chegar em Manaus e ver aqueles gatos pingados ali, então acabou”, afirmou.
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