David Almeida revela motivo de rompimento com Omar Aziz: “me senti intimidado e ameaçado”
Prefeito afirma que soube da Operação Erga Omnes em outubro de 2025 na casa de Omar Aziz.
- Foto: Portal AM POST
Resumo
Após anunciar pré-candidatura ao Governo do Amazonas, David Almeida revelou o motivo de rompimento com o senador Omar Aziz e afirma ter se sentido intimidado e ameaçado.
Notícias de política – O prefeito de Manaus, David Almeida, comentou durante coletiva realizada nesta segunda-feira (23) sobre a Operação Erga Omnes, que prendeu na última sexta-feira (20) sua ex-chefe de gabinete, Anabela Cardoso, e disse que ficou sabendo da investigação meses antes de sua deflagração na casa do seu ex-aliado, o senador Omar Aziz.
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Em tom contundente, Almeida ironizou a ação policial e afirmou que ela teria sido utilizada para atingi-lo politicamente. “Essa operação chamada Erga Omnes é tão autêntica quanto uma nota de R$ 300”, disse.
“Eu soube dessa operação no dia 24 de outubro do ano passado na casa do Senador Omar Aziz. Quando ele me mostrou que essa operação iria acontecer eu disse: ‘isso aqui é uma brincadeira de vocês, uma piada’. O estado está sendo instrumentalizado para me atingir. É uma cortina de fumaça”, declarou.
Para o prefeito, o episódio configuraria tentativa de intimidação. “Não adianta me intimidar. Manaus não elegeu um covarde”, afirmou.
David também foi questionado sobre a retirada de apoio a pré-candidatura de Omar Aziz ao governo do Amazonas e foi objetivo: “me senti intimidado e ameaçado. Eu não poderia ficar ao lado de alguém que poderia usar algo para tentar me ameaçar. Eu o respeito mas espero que ele continue no Senado porque ele é um grande senador, governador não“.
As declarações ocorreram durante anúncio da pré-candidatura de David Almeida ao Governo do Estado.
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Questionamentos sobre prisões e contratos
O prefeito contestou a efetividade da operação, que teve como foco inicial o combate ao tráfico de drogas. Segundo ele, não houve prisões relacionadas diretamente a traficantes.
“A operação é contra o tráfico de drogas, mas não prendeu um traficante, não apreendeu nada. Ela virou uma operação para sujar meu nome”, declarou.
Ele também questionou o fato de apenas uma servidora municipal, responsável pela compra de passagens aéreas, ter sido presa. Almeida afirmou que os pagamentos feitos à agência investigada somaram R$ 35 mil ao longo de cinco anos.
Além disso, declarou que a empresa teria sido indicada pelo vice-governador Tadeu de Souza. “Que culpa eu tenho de comprar uma passagem em uma agência indicada pelo vice-governador Tadeu de Souza?”, afirmou.
Sobre a servidora Anabela Cardoso presa, ele destacou: “Ela é da minha confiança, é inocente e vai continuar trabalhando comigo”.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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