Defesa do Presidente do PL diz que ele foi detido por ser portador de pepita de ouro avaliada em R$10 mil
A nota da defesa questiona como alguém pode ser detido por ser portador de uma pedra guardada há anos como uma relíquia.
- Valter Campanato/Agência Brasil
A defesa do presidente Nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, publicou uma nota em redes sociais em resposta às investigações conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o líder partidário. A nota defende que não há provas relevantes que sustentem o avanço das investigações e questiona a apreensão de uma pepita de ouro avaliada em R$10 mil e de uma arma registrada que pertence a um parente próximo de Valdemar.
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Segundo a nota publicada pela defesa de Valdemar Costa Neto, não há nenhum fato relevante que corrobore com as investigações conduzidas pelo STF. A defesa contesta a apreensão da “pepita” e afirma que a mesma possui baixo valor, não configurando um delito de acordo com a jurisprudência vigente. A nota ainda questiona como alguém pode ser detido por ser portador de uma pedra guardada há anos como uma relíquia.
“Como pode alguém ser detido por ser portador de uma pedra guardada há anos como relíquia e que, segundo a própria auditoria da Polícia Federal, vale cerca de 10 mil reais?“, questionou.
Além da pedra, a Polícia Federal também apreendeu uma arma registrada durante as investigações. A defesa de Valdemar Costa Neto reforça que a arma é legalmente registrada e pertence a um parente próximo do líder partidário. Segundo a nota, a arma estava esquecida há vários anos no apartamento de Valdemar.
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