Eduardo Bolsonaro critica Lei Paulo Gustavo: ‘Covidão da Cultura’

Em seu perfil no Twitter, o político disse que não concorda com o projeto de lei que leva o nome do ator.

Redação AM POST

Nesta sexta-feira (04), completa um mês da morte de Paulo Gustavo, que faleceu por complicações da Covid-19. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criticou o projeto de lei complementar 73/2021, que leva o nome do ator.

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Em seu perfil no Twitter, disse postou que não concorda com o projeto de lei complementar 73/2021, que leva o nome de Paulo e que tudo não passa de repasse obrigatório do governo federal para os estados.

“O projeto de lei Paulo Gustavo nada mais é do que repasse obrigatório do governo federal para estados fazerem o que quiserem. Será o COVIDÃO da cultura. Pergunto: a lei vai homenagear Paulo Gustavo só no nome ou os escândalos de corrupção tb levarão o nome póstumo do artista?”.

O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda completou: “Se aprovado este projeto de lei Paulo Gustavo o Congresso estará dando um passa moleque no TCU e homenageando a sacanagem com dinheiro público. A ojeriza dos tempos de CPI da Lei Rouanet irá retornar. É simplesmente isso”.

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A proposta da Lei Paulo Gustavo não tem conexão com a Lei Rouanet, e sim com um projeto de incentivo de cultura anterior a ela, o Fundo Nacional da Cultura (FNC), criado em 1986, que ganharia mais recursos para apoiar o setor artístico em meio aos impactos da pandemia da covid-19.