Eduardo Braga é cotado para ser relator da CPMI do 8 de janeiro
Senador faz parte dos 7 parlamentares da bancada do Amazonas que não apoiaram a criação da Comissão que que irá se debruçar a entender o que de fato ocorreu no fatídico ataque à sede dos Três Poderes.
- Eduardo Braga coleciona histórico de agressões em sua trajetória política; confira-Foto: Reprodução
Redação AM POST*
PUBLICIDADE
O senador Eduardo Braga (MDB-AM) é o mais cotado para ser o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, criada para investigar os atos de vandalismo ocorridos contra as sedes dos Três Poderes em Brasília. A presidência da comissão está nas mãos da Câmara e a relatoria, sob a jurisdição do Senado. A informação da Revista Oeste.
De acordo com a revista, inicialmente, o nome do senador Renan Calheiros (MDB-AL) era ventilado para o posto. Até o momento, contudo, Renan não foi procurado para conversar sobre o assunto. Para a oposição, seria melhor que Braga assumisse o posto, em vez de Calheiros.
Ao todo, serão 32 parlamentares titulares: 16 deputados e 16 senadores. O número de suplentes será igual para cada Casa.
A presidência da comissão deve ficar com o deputado federal Arthur Maia (União Brasil-BA).
Bancada do Amazonas
Da bancada federal do Amazonas, apenas os deputados federais Fausto Santos Jr (União Brasil), Capitão Alberto Neto (PL) e Amom Mandel (Cidadania), além do senador Plínio Valério (PSDB), votaram a favor. De 11 parlamentares do estado apenas quatro apoiam a Comissão.
Não apoiam a investigação os deputados federais Átila Lins (PSD), Adail Filho (Republicanos), Saullo Vianna (União Brasil), Silas Câmara (Republicanos) e Sidney Leite (PSD, além dos senadores Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB).
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






