Federação PP e União Brasil será decidida até esta sexta, diz vereador Rodrigo Sá
O Progressista aprovou a negociação dando pleno poderes ao seu presidente, senador Ciro Nogueira para realizar a federação.
- (Foto: ascom Rodrigo Sá)
Notícias de Política – O Partido Progressista aprovou nesta terça-feira (18/3) em Brasília a nova etapa de negociações para confirmar a entrada da sigla em uma federação partidária com o União Brasil.
A reunião realizada na Câmara dos Deputados deu poderes ao presidente nacional do partido, senador Ciro Nogueira, para concluir as negociações com o União. A decisão foi tomada por parlamentares e dirigentes estaduais do PP, entre eles o presidente do Progressistas no Amazonas, vereador Rodrigo Sá, que divulgou em suas redes sociais a participação na reunião e declarou que a Federação dos partidos possa acontecer até essa sexta-feira (21/3).
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”Nós deliberamos pela continuidade do processo de federação entre o PP e o União Brasil. É importante frisar que não foi aprovada efetivamente a federação em logo, o que nós aprovamos na data de hoje foi a continuidade do processo de deliberação com elaboração de minutas do estatuto, com continuidades das tratativas e também é importante ressaltar que ainda estamos aguardando a decisão do União Brasil, que segundo o nosso presidente Ciro Nogueira, será dada a resposta até sexta-feira dessa semana”, reforçou Rodrigo Sá sobre o aguardo da decisão do União Brasil aprovar a federação.
A federação deve resultar em um bloco político com a maior força no Congresso com 122 parlamentares. Só na Câmara, são 109 deputados dos 513, sendo 59 do União Brasil e 50 do PP. O PL, que possui a maior bancada, tem 92. No Senado, a federação teria 13 senadores – seis do PP e sete do União.
Na na Câmara Municipal de Manaus (CMM) a junção torna os partidos como a maior bancada com oito vereadores, sendo seis do UB e dois do Progressistas. O partido do prefeito David Almeida (Avante) perde a maioria na CMM com seis parlamentares.
As federações partidárias foram introduzidas na legislação eleitoral em 2021. O modelo une duas ou mais siglas que passam a atuar como uma só por, no mínimo, quatro anos.
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Os arranjos também estabelecem que deve haver um alinhamento das siglas nas campanhas. Isso significa que a federação deve caminhar de forma unificada nas disputas, definindo conjuntamente candidaturas que representem a aliança.
A formação desse tipo de aliança pode ser benéfica financeiramente para partidos. As regras estabelecem que os resultados eleitorais dos partidos de uma federação devem ser somados para o cálculo da cláusula de barreira.
Veja vídeo do presidente do PP-AM
Veja fotos da reunião do Progressistas em Brasília
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