Política

Política


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Governo Lula pede condenação e cassação de Nikolas Ferreira por transfobia

Deputado Nikolas Ferreira fez discurso transfóbico no plenário da Câmara; governo Lula enviará documento a PF e PGR.

Por Hugo Guimarães

15/04/2023 às 11:46

Redação AM POST

PUBLICIDADE

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania do governo Lula pedirá neste sábado (15/4) a condenação e a perda do mandato do deputado bolsonarista Nikolas Ferreira, que fez um discurso transfóbico no plenário da Câmara em março. A nota técnica será enviada ao Congresso, à Polícia Federal, à Procuradoria-Geral da República e a empresas de redes sociais.

“A não responsabilização configura uma ameaça à estabilidade democrática, que se apresenta em diversas partes do mundo, com especial incidência sobre o Brasil”, afirmou a nota técnica, acrescentando que Ferreira deve ser processado por transfobia e ser cassado na Câmara: “Não foi cometido apenas crime de homotransfobia. Nikolas Ferreira também violou o Regimento Interno da Câmara dos Deputados”.

O documento rechaçou que os ataques de Ferreira sejam abarcados pela liberdade de expressão. Os técnicos também citaram o julgamento do STF que, em 13 de junho de 2019, permitiu a criminalização da transfobia e da homofobia, ao equiparar esses crimes ao racismo.

“O discurso de ódio proferido contra a população LGBTQIA+, em especial com relação às pessoas trans, travestis e não-binárias, como se deu no caso protagonizado, trata-se de conduta criminosa”. A nota técnica é assinada pelo ministro Silvio Almeida; a secretária-executiva Rita Oliveira; e a secretária dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, uma mulher trans.

PUBLICIDADE

Em seguida, o ministério afirmou que a omissão do Congresso em criar leis para punir discursos de ódio contribui para a violação de direitos humanos contra essa população. E alertou para um “verdadeiro escárnio ao Estado democrático de Direito” caso a Câmara seja conivente com esses crimes dentro do Parlamento.

Além de cobrar investigações na Justiça e na Câmara, a nota técnica defendeu que as redes sociais também sejam punidas por impulsionarem discursos criminosos. A pasta destacou que o vídeo com o discurso criminoso segue disponível nas redes sociais do deputado bolsonarista, apesar de denúncias em várias esferas.

*Com informação Revista Oeste

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

O Autismo é ver o mundo de um outro jeito, e cada um de nós temos que achar um jeito de entender as diferenças.

Dr. Leonardo Maranhão

Últimas notícias

Manaus

Rio Negro baixa mais rápido em 2026 e acende alerta para seca severa em Manaus

Rio perdeu 58 centímetros nos primeiros dez dias de agosto e apresenta ritmo de vazante cerca de 70% maior que o registrado no ano passado.

há 57 minutos

Política

Roberto Cidade promove troca de cargos estratégicos em secretarias do Amazonas

Mudanças oficializadas no Diário Oficial atingem as áreas de Governo, Saúde e Assistência Social, além da ARSEPAM e Cetam.

há 60 minutos

Mundo

Terremoto de magnitude 7,4 na Colômbia coloca jogos da Libertadores e Sul-Americana em alerta

Forte tremor atingiu o oeste colombiano nesta segunda-feira (10) e deixou mais de 100 mortos.

há 1 hora

Manaus

Viaduto Miguel Arraes tem acessos interditados em Manaus; veja desvios e linhas de ônibus afetadas

Interdição segue até as 4h desta segunda-feira (10) para instalação de novo pórtico de sinalização.

há 2 horas

Brasil

Congresso retoma votações com duas semanas de esforço concentrado antes das eleições

Câmara e Senado terão períodos específicos de trabalho em agosto e setembro para conciliar votações com a campanha eleitoral.

há 2 horas