“Injusta, marcada pelo deboche e perseguição”, diz Maria do Carmo sobre condenação de Bolsonaro
Nas redes sociais, Maria do Carmo disse que o caso foi marcado por injustiça, deboche e perseguição.
- (Divulgação)
Notícias de Política – A pré-candidata ao governo do Amazonas, professora Maria do Carmo (PL), teceu duras críticas contra o julgamento que terminou na condenação do ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), a 27 anos e três meses de prisão por atos envolvendo a trama golpista. Nas redes sociais, Maria do Carmo disse que o caso foi marcado por injustiça, deboche e perseguição.
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“Um triste capítulo da nossa história: uma condenação injusta, marcada pelo deboche e pela perseguição. Mas a verdade, cedo ou tarde, sempre aparece”, declarou a professora.
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Ainda para a pré-candidata, o julgamento foi um “episódio grotesco e vergonhoso da história do Direito” brasileiro. “O cenário que se criou mais parecia um tribunal da inquisição. Agora, os personagens com atitudes marcadas pelo deboche, pela arrogância, pelo escárnio com inquisidor e tudo mais, transformaram a nossa Suprema Corte num picadeiro. Uma vergonha”, disse.
Para a Maria do Carmo, essas características evidenciaram que uma conduta, que não pode ser descrita como digna de magistrados, na avaliação dela. “Elas ferem princípios que deveriam nortear o exercício da Justiça. Quando a gente rever tudo aquilo que estudou ao longo da vida, a gente sabe que os finais sempre se conectam aos começos. Os inquisidores, outrora figuras centrais nos processos de julgamento arbitrários, foram banidos, e as suas memórias passam a servir como exemplo daquilo que não deve ser repetido”, ponderou.
Aliada de Bolsonaro, a professora afirma ainda que essa reflexão reforça a importância do reconhecimento dos erros do passado para que eles não possam ser repetidos no presente e no futuro.
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“Hoje estamos todos tristes com a condenação injusta, criada e plantada, de Jair Messias Bolsonaro e de outros tantos que já foram condenados por pensar diferentes. […] a gente sabe de todos os interesses políticos envolvidos e que a justiça não foi feita”, lamentou Maria do Carmo Seffair.
Confira a declaração dela:
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