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Lobistas Alessandro Bronze e Carlito de Carli são cotados para suplência de Alberto Neto ao Senado

Empresários ligados ao Porto Privatizado de Manaus são citados nos bastidores como possíveis suplentes ao Senado.

Por AM POST

31/07/2026 às 13:27 - Atualizado em 31/07/2026 às 14:30

  • A movimentação para as eleições de 2026 cita Alessandro Bronze Toniza como nome avaliado para suplência na chapa do deputado federal Alberto Neto ao Senado, ligado ao Porto Privatizado de Manaus; também é citado Carlos Antônio de Carli Filho (Carlito de Carli) como sócio em empresas.
  • A assessoria de Alberto Neto afirma que não há nomes oficialmente definidos, mas não nega que Alessandro Bronze esteja entre os avaliados.
  • Alessandro Bronze teve bens bloqueados em 2013 por ação de improbidade administrativa ligada a suposta negociação irregular no Porto de Manaus; depois houve desbloqueio parcial e, posteriormente, total.
  • O Porto Privatizado de Manaus também enfrenta questionamentos e fiscalizações da ANTAQ, incluindo falta de transparência, exigências de segurança e documentação, com multa superior a R$ 453,9 mil contra a Empresa de Revitalização do Porto de Manaus.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias de política – A movimentação política para as eleições de 2026 colocou o empresário Alessandro Bronze Toniza entre os nomes cogitados para ocupar uma das suplências da candidatura do deputado federal Alberto Neto (PL) ao Senado. Nos bastidores, também é citado o empresário Carlos Antônio de Carli Filho, conhecido Carlito de Carli, como ambos sócios em diversas empresas e ligados ao Porto Privatizado de Manaus.

Os dois lobistas têm ligação com a concessão do Porto de Manaus, considerado um dos principais ativos logísticos da Amazônia. O terminal é responsável por uma parcela expressiva da movimentação hidroviária do Amazonas e frequentemente é alvo de reclamações de passageiros, transportadores e empresários devido às tarifas cobradas para acesso às suas instalações.

A reportagem procurou a assessoria de Alberto Neto, que informou que não existe nenhum nome oficialmente definido para a composição da chapa.

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“Não tem nenhum nome confirmado”, informou a assessoria do parlamentar.

Apesar da resposta, a equipe não negou que Alessandro Bronze esteja entre os nomes avaliados para a vaga.

Alessandro Bronze teve bens bloqueados

Caso seja confirmado na chapa, Alessandro Bronze levará para o cenário eleitoral um histórico de investigação judicial.

Em 2013, ele teve os bens bloqueados por determinação da Justiça Federal em uma ação de improbidade administrativa que apurava suposto enriquecimento ilícito e dano ao erário.

Segundo os autos, a medida atendeu a pedido do Ministério Público Federal (MPF), com base em investigações conduzidas pela Polícia Federal.

O processo apurava uma suposta negociação irregular envolvendo:

  • a venda de aproximadamente 100 metros de cais flutuante do Porto de Manaus;
  • o repasse de dois ônibus pertencentes ao patrimônio da União;
  • operações que, segundo a investigação, ocorreram sem autorização federal.

Além de Alessandro Bronze, também foram alcançados pela indisponibilidade de bens:

  • Eric Stone de Holanda;
  • Sheila Ingrid Ferreira da Silva;
  • Cícero Brasiliano;
  • Amazônia Operações Portuárias;
  • Empresa de Revitalização do Porto de Manaus.

O que aconteceu com o bloqueio dos bens?

O bloqueio patrimonial permaneceu durante parte da tramitação do processo.

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Posteriormente, a Justiça autorizou o desbloqueio gradual dos valores considerados de natureza alimentar, como salários, pró-labore e honorários.

Em um segundo momento, ocorreu o desbloqueio integral dos bens.

A decisão de indisponibilidade havia sido determinada pela juíza federal Maria Lúcia Gomes de Souza, da 3ª Vara da Seção Judiciária do Amazonas. Posteriormente, a juíza convocada do TRF-1 Clemência Maria Almada Lima de Ângelo autorizou o levantamento parcial e, depois, total das restrições patrimoniais.

Questionamentos que envolvem o Porto Privatizado de Manaus

Além da movimentação política, o Porto Privatizado de Manaus também vem sendo alvo de processos administrativos e fiscalizações da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).

Entre os principais pontos levantados pelo órgão regulador estão:

  • falta de transparência na divulgação de tarifas;
  • necessidade de separar áreas de passageiros e cargas;
  • questionamentos sobre segurança operacional;
  • exigências relacionadas à documentação de prevenção contra incêndios e acidentes.

Em uma das decisões administrativas, a ANTAQ confirmou multa superior a R$ 453,9 mil contra a Empresa de Revitalização do Porto de Manaus por infrações às normas regulatórias.

O terminal integra o Porto Organizado de Manaus e desempenha papel estratégico na logística da Amazônia, sendo responsável pela movimentação de passageiros e cargas destinadas à Zona Franca de Manaus e ao interior do estado.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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