Maioria dos brasileiros defende que Bolsonaro apoie novo nome em 2026, diz pesquisa
Levantamento mostra que Tarcísio de Freitas lidera preferência da direita como possível sucessor do ex-presidente.

Foto Agencia Brasil
Notícias de política – Uma nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (17/7), revela que 62% dos brasileiros acreditam que Jair Bolsonaro (PL) deveria abrir mão de uma candidatura à Presidência da República em 2026 e apoiar outro nome do campo conservador. O levantamento mostra leve oscilação em relação ao estudo anterior, de maio, quando 65% defendiam a desistência do ex-presidente.
Mesmo inelegível, Bolsonaro ainda é visto como figura central na direita brasileira. A sondagem também investigou qual nome seria o mais indicado para substituí-lo na disputa: o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera com 15% das menções, seguido pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, com 13%.
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A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 14 de julho, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.
Outros nomes cotados
Entre os potenciais candidatos do campo conservador, alguns registraram crescimento. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) passou de 4% para 8% e empatou com o coach e empresário Pablo Marçal (PRTB), que também aparece com 8%. Já Ratinho Júnior (PSD-PR) caiu de 11% para 9%, enquanto Michelle Bolsonaro recuou três pontos em relação ao levantamento anterior.
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Outros nomes lembrados incluem Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil), ambos com 3%, e Eduardo Leite (PSD), que mantém 4%.
Cresceu ainda o número de entrevistados que não apoiam nenhum dos nomes apresentados: de 16% em maio para 19% agora.
Rejeição a Lula e a Bolsonaro
O levantamento também apontou que 58% dos entrevistados não desejam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tente a reeleição em 2026 — número inferior ao registrado em maio, quando era de 66%. Já o apoio à sua reeleição subiu de 32% para 38%.
Questionados sobre seus maiores temores para 2026, 44% apontaram o retorno de Bolsonaro ao poder, enquanto 41% disseram temer a reeleição de Lula. Outros 7% afirmaram rejeitar tanto Lula quanto Bolsonaro como opções futuras.
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