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Resumo
Em publicação nas redes sociais, a Professora Maria do Carmo (PL) afirmou estar satisfeita com o crescimento de sua pré-candidatura, especialmente no interior do Amazonas. Ela criticou o que chamou de “projetos pessoais de poder” e comparou o atual cenário político a uma “dança das cadeiras”, defendendo uma gestão baseada em método e não apenas em discurso.
Notícias de Política – A Professora Maria do Carmo, apontada como uma das pré-candidatas em ascensão nas pesquisas de intenção de voto, utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira (12/2) para comentar o momento político no Amazonas e agradecer o apoio que, segundo ela, vem recebendo em diversas regiões do Estado.
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Crescimento no interior
De acordo com a pré-candidata do PL, o fortalecimento de seu nome tem sido mais perceptível nos municípios do interior. Ela destacou que o apoio não se concentra apenas na capital, mas se espalha por diferentes localidades amazonenses.
Maria do Carmo ressaltou que não acredita em domínio político sobre o interior. “Pessoas não têm dono. Ninguém manda em ninguém”, afirmou, ao rebater a ideia de que determinados grupos teriam controle sobre o eleitorado fora de Manaus.
Para ela, o avanço nas pesquisas é resultado de um processo natural de consolidação de imagem. A professora afirmou que o tempo tem permitido que a população conheça melhor sua trajetória e sua experiência na iniciativa privada. “Gestão não é discurso, é método”, declarou.
Críticas à “velha política”
Durante a publicação, Maria do Carmo também direcionou críticas ao que chamou de “velha política”. Segundo ela, há falta de compromisso com a população e excesso de decisões baseadas em interesses pessoais.
A pré-candidata argumentou que o Amazonas precisa de definições claras e planejamento consistente, em vez de movimentos políticos marcados por incertezas. Ela criticou mudanças frequentes de posicionamento por parte de lideranças, sugerindo que o Estado não pode ficar à espera de decisões indefinidas.
“Dança das cadeiras” no cenário estadual
Em tom mais incisivo, Maria do Carmo comparou o cenário atual a um “ensaio de dança das cadeiras”. Segundo ela, há um jogo de permanências e saídas que mantém a política estadual em suspense, enquanto demandas da população seguem aguardando respostas.
“O Amazonas não pode ser refém de cadeira”, afirmou. Para a professora, é nesse contexto de insatisfação que surge espaço para uma alternativa política. Ela defende que a força demonstrada nas pesquisas e nas manifestações de apoio pode representar o início de uma mudança no Estado.
Ao final, Maria do Carmo reiterou que seu projeto busca apresentar uma nova forma de administrar, baseada em planejamento, método e foco nos resultados, especialmente para os municípios do interior.