MP-AM investiga prefeitura de SP de Olivença por suposto sobrepreço em compra de garrafões de água
As suspeitas recaem sobre os contratos celebrados entre os anos de 2022 e 2024.
- O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) instaurou um inquérito civil para investigar suspeita de superfaturamento na compra de garrafões de água de 20 litros pela prefeitura de São Paulo de Olivença, que teria pago R$ 25 por unidade, enquanto o preço local é de R$ 20.
- As investigações focam nos contratos firmados entre 2022 e 2024 com a empresa F. R. Comércio Varejista de Mercadorias em Geral LTDA, e a prefeitura não respondeu às solicitações de informações do MPAM.
- Caso sejam confirmadas as irregularidades, os responsáveis podem ser punidos administrativa e judicialmente, com a obrigação de ressarcir o erário e outras sanções previstas em lei.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: divulgação
Notícias de Política – A Promotoria de Justiça de São Paulo de Olivença, representando o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), instaurou um inquérito civil para investigar possíveis irregularidades em contratos de aquisição de garrafões de água potável de 20 litros pela prefeitura municipal. A apuração busca esclarecer denúncias de superfaturamento, pois, enquanto o comércio local vende o produto por R$ 20, a prefeitura teria firmado contrato com uma empresa ao custo de R$ 25 a unidade, configurando uma diferença de 25% nos valores.
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As suspeitas recaem sobre os contratos celebrados entre os anos de 2022 e 2024, com a empresa F. R. Comércio Varejista de Mercadorias em Geral LTDA, que teria fornecido os garrafões à prefeitura a preços superiores aos praticados no mercado local. Além disso, o município não atendeu às solicitações de informações feitas pelo MPAM durante as investigações preliminares, o que reforçou a necessidade de instaurar o inquérito civil.
De acordo com a promotora de Justiça Kyara Trindade Barbosa, “a apuração é essencial para garantir que recursos públicos sejam utilizados de forma ética e eficiente, respeitando os princípios da administração pública e a eventual responsabilização do gestor municipal”.
A promotoria de Justiça segue realizando diligências, como a coleta de documentos, depoimentos e análise dos contratos, para concluir a apuração dos fatos e adotar as medidas cabíveis. Caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis poderão responder administrativa e judicialmente, com possíveis medidas para ressarcimento ao erário e sanções aplicáveis conforme a legislação vigente.
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