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Mulher de Helder Barbalho vai ‘fiscalizar’ contas do marido no TCE-PA

Governador do Pará já emplacou tia e vice-governador em tribunais de contas.

Por Hugo Guimarães

15/03/2023 às 09:33

Redação AM POST

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Aprovada para ser conselheira vitalícia do Tribunal de Contas do Pará (TCE-PA), na terça-feira 14, Daniela Barbalho, mulher do governador do Pará, Helder Barbalho, vai “fiscalizar” as contas do próprio marido.

Uma das atribuições de Daniela é julgar as contas dos administradores responsáveis por dinheiro, bens e valores públicos do Estado e das entidades da administração indireta, incluídas as fundações e as sociedades mantidas pelo Poder Público Estadual.

Nas redes sociais, a mulher de Helder Barbalho celebrou a aprovação de sua indicação para o TCE.

“Contem com minha dedicação, seja no plenário da corte, julgando processos, nas ações do TCE nas comunidades, nos projetos em defesa da primeira infância, no combate à violência contra a mulher, seja nas orientações aos agentes públicos”, disse. “Tenham certeza que vou trabalhar em benefício do povo do Pará.”

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No ano passado, Helder Barbalho foi reeleito dovernador do Pará no primeiro turno, com 70% dos votos válidos. Em seu primeiro mandato, Barbalho emplacou sua tia, Mara Lúcia Barbalho, e seu ex-vice-governador, Lucio Vale, nas duas vagas que foram abertas na Corte responsável pelas prefeituras paraenses, o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado.

O TCE-PA tem como competência apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão, e também das concessões de aposentadorias, reformas e pensões.

Além disso, o tribunal pode realizar, por iniciativa própria, ou por solicitação do Legislativo estadual, de sua comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.

É papel dos membros desses tribunais, por exemplo, deixar políticos inelegíveis. Os cargos são vitalícios, com salários que chegam R$ 41,8 mil, e garantem foro privilegiado para os conselheiros.

*Com informação Revista Oeste

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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