Na mira de CPI, padre Júlio Lancellotti diz que comissões são legítimas, mas que não faz parte de ONG
Lancellotti ressaltou que a Pastoral de Rua é uma ação pastoral da Arquidiocese de São Paulo e não está vinculada às atividades que são alvo do requerimento da CPI.
- Padre Júlio Lancellotti esclareceu que apoia a legitimidade das CPIs, mas não faz parte das ONGs que serão investigadas pela proposta de CPI na Câmara Municipal de São Paulo sobre a atuação dessas organizações na Cracolândia.
- O pedido de criação da CPI, apresentado pelo vereador Rubinho Nunes em dezembro de 2023, visa examinar as atividades das ONGs e Organizações da Sociedade Civil (OSCs) na região central de São Paulo, incluindo a Pastoral de Rua liderada por Lancellotti.
- Lancellotti destacou que a Pastoral de Rua é uma ação pastoral da Arquidiocese e não está vinculada às OSCs sob investigação, enquanto o debate sobre a instalação da CPI deve ganhar destaque nos próximos meses.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Em meio às discussões sobre a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de São Paulo para investigar organizações não governamentais (ONGs) que atuam na região da Cracolândia, o padre Júlio Lancellotti, conhecido por suas atividades sociais na área, esclareceu à CNN que, embora apoie a legitimidade das CPIs, ele não faz parte de nenhuma ONG que estará sob escrutínio.
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O requerimento para a criação da CPI foi apresentado pelo vereador Rubinho Nunes (União Brasil) em dezembro de 2023 e tem como objetivo examinar as atividades das ONGs que atuam na região central de São Paulo, incluindo a Pastoral de Rua liderada pelo padre Júlio Lancellotti.
Em entrevista à CNN, o padre afirmou: “As CPIs são legítimas e prerrogativas dos poderes legislativos. As CPIs têm que ter um objetivo delimitado.” Ele destacou que o foco da CPI em questão é a política pública para pessoas dependentes químicas em situação de rua, executada por Organizações da Sociedade Civil (OSCs) em parceria com o poder público.
Lancellotti ressaltou que a Pastoral de Rua é uma ação pastoral da Arquidiocese de São Paulo e não está vinculada às atividades que são alvo do requerimento da CPI. Ele explicou que não pertence a nenhuma OSC e, portanto, não está envolvido nas investigações propostas.
O pedido de CPI, protocolado no último mês de 2023, busca examinar se as atividades das ONGs na região da Cracolândia estão sendo executadas de maneira satisfatória. O debate sobre a instalação da CPI deve ganhar destaque nos próximos meses, com possíveis desdobramentos e esclarecimentos sobre as atividades das organizações sociais na área.
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