Omar Aziz critica PL e sai em defesa de Coronel Menezes: “ele poderia ter sido respeitado”
Menezes oficializou sua saída do Partido Liberal (PL) após divergências com o presidente estadual, Alfredo Nascimento.
- Foto: Reprodução
Durante entrevista no programa Meio Dia com Jefferson Coronel, o senador Omar Aziz (PSD), surpreendeu ao sair em defesa do Coronel Menezes e criticar publicamente a forma que o Partido Liberal (PL) tratou o militar que já oficializou sua saída da sigla.
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Menezes, que antes era apontado como vice numa possível chapa puro-sangue do partido, afirmou que não compareceu ao evento de lançamento de pré-candidatura a prefeito de Alberto Neto (PL) na semana passada por boicote do presidente estadual da sigla, Alfredo Nascimento.
“Ele defende uma causa e eu outra. Mas ele não é meu inimigo, nós somos adversários políticos. Ele foi desprezado dentro do partido. Eu acho que ele poderia ter sido respeitado. Ele teve uma votação muito bonita, mesmo adversário, tem que respeitar. Não posso concordar com isso”, destaca Omar.
Vale lembrar que nas eleições de 2022, Menezes teve uma votação expressiva e quase toma a vaga de Omar Aziz no Senado federal.
“Eu não posso concordar com isso, a gente tem que respeitar, mesmo o adversário. Eu não queria que fizesse isso comigo, porquê quem tenho que concordar que faça assim com os outros. Eu não faço isso no meu partido,” pontuou.
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Ao oficializar sua saída do Partido Liberal (PL) através das redes sociais, nesta terça-feira (26), Menezes destacou suas discordâncias com Alfredo Nascimento, como motivo principal de sua decisão, e o acusou de sabotar a unidade da direita em Manaus.
“Deixo o PL com a certeza do dever cumprido. Sou amigo e terei sempre o presidente Bolsonaro como líder e maior referência política. Juntos construímos uma história de mais de 40 anos de amizade e lealdade. Quero deixar claro que Alfredo Nascimento foi o grande sabotador de uma direita unida em Manaus. Primeiro querendo entregar o PL para David Almeida e agora impedindo a formação da chapa puro-sangue. O tempo é o senhor da razão”, finalizou.
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