Omar Aziz e Eduardo Braga não assinaram CPMI do Banco Master no Senado
O foco da CPMI do Banco Master é apurar uma suposta relação entre a instituição financeira e o ministro Alexandre de Moraes.
- Foto: Reprodução
Notícias de Política – A bancada do Amazonas no Congresso Nacional aparece dividida no pedido de criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master. No Senado, o destaque é para a ausência de assinatura de Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB), que, até o momento, não apoiaram formalmente a instalação da comissão. Dos três senadores do estado, apenas Plínio Valério (PSDB) assinou o requerimento.
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A proposta de criação da CPMI é de autoria do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) e tem como objetivo investigar denúncias envolvendo o Banco Master, atualmente sob apuração da Polícia Federal. Na terça-feira (30), Jordy divulgou a lista atualizada de parlamentares que aderiram ao pedido, informando que o requerimento já alcançou 196 das 198 assinaturas necessárias para ser protocolado no Congresso Nacional.
Na Câmara dos Deputados, a adesão da bancada amazonense também foi limitada. Apenas quatro deputados federais do estado assinaram o pedido: Amom Mandel, Capitão Alberto Neto, Fausto Jr. e Pauderney Avelino. Os deputados Adail Filho, Átila Lins, Sidney Leite e Silas Câmara ainda não constam entre os signatários.
O foco da CPMI do Banco Master é apurar uma suposta relação entre a instituição financeira e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Reportagem do jornal O Globo revelou que a esposa do magistrado, Viviane Barci, mantinha contrato com o banco no valor de R$ 3,6 milhões mensais, pelo período de três anos. A mesma apuração apontou que Moraes teria se reunido com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar de temas relacionados ao banco.
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