Plínio Valério acusa ONGs de agir como narcotráfico na Amazônia: “Tem uma parte podre”
O parlamentar afirmou que muitas ONGs se transformaram em um “poder paralelo” na região
- Plínio Valério acusa ONGs de agir como narcotráfico na Amazônia Tem uma parte podre
Notícias de Política – O senador Plínio Valério (PSDB-AM) voltou a criticar a atuação de organizações não governamentais na Amazônia. Nas redes sociais, o parlamentar afirmou que muitas ONGs se transformaram em um “poder paralelo” na região, chegando a comparar seus efeitos nocivos ao do narcotráfico.
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Segundo o parlamentar, a CPI das ONGs, da qual foi relator, desempenhou papel fundamental ao revelar práticas irregulares que, na sua avaliação, permaneciam desconhecidas da maioria da população. “A CPI das ONGs foi fundamental para revelar um lado que poucos conhecem: organizações comprometidas com interesses de governos estrangeiros e muito dinheiro envolvido”, declarou.
Plínio reforçou que não é contra o trabalho de entidades sérias, mas criticou aquelas que, segundo ele, atuam fora da lei e comprometem a soberania nacional. “Quando uma ONG atua fora da lei, ela deixa de proteger e passa a prejudicar. Por isso, como senador e defensor da nossa Amazônia, assumo a missão de combater essas práticas. Foi para isso que vocês me elegeram, e é por isso que sigo lutando”, afirmou.
O senador também acusou parte da imprensa de boicotar os trabalhos da comissão. “O grande mérito da CPI das ONGs, que foi boicotado pela grande imprensa, é que só falavam que as ONGs eram inatingíveis, que eram coisa boa, mas a gente mostrou que não é isso. No meio disso tudo tem uma parte podre, uma parte compromissada com governos internacionais que prestam serviços para isolar a Amazônia”, criticou.
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As declarações reacendem o debate sobre o papel das organizações não governamentais na região amazônica. De um lado, há quem defenda o trabalho das entidades na preservação ambiental e no apoio a comunidades tradicionais; de outro, parlamentares como Plínio Valério denunciam supostos abusos e vínculos com interesses externos.
A CPI das ONGs, instalada em 2023 no Senado, reuniu documentos e realizou oitivas sobre o financiamento e as atividades de organizações na Amazônia, mas foi arquivada em 2024.
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