Quaest divulga primeira pesquisa para as eleições presidenciais de 2026 nesta quarta
Levantamento encomendado pelo Banco Genial testa força de Lula contra potenciais adversários da oposição e projeta sete cenários de segundo turno

Resumo
O levantamento define o ponto de partida das intenções de voto para 2026, excluindo Jair Bolsonaro da disputa. O impacto reside na medição da força de governadores da oposição e na popularidade do governo Lula em recortes regionais estratégicos como o Norte e Centro-Oeste.
PUBLICIDADE
Primeiro termômetro da sucessão presidencial
O Instituto Quaest divulga, nesta quarta-feira (14), o primeiro levantamento do ano eleitoral focado na sucessão presidencial de 2026. A pesquisa, encomendada pelo Banco Genial, mediu a preferência de 2.004 eleitores entre os dias 8 e 11 de agosto, oferecendo um diagnóstico inicial sobre o cenário nacional sem a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente inelegível.
O estudo testa o desempenho do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) frente a diversos nomes da oposição e de grupos independentes. Entre os nomes avaliados estão:
- Flávio Bolsonaro (PL)
- Tarcísio de Freitas (Republicanos)
- Ratinho Junior (PSD)
- Ronaldo Caiado (União)
- Romeu Zema (Novo)
- Aldo Rebelo (DC)
- Renan Santos (Missão)
Metodologia e cenários de segundo turno
Com margem de erro de dois pontos percentuais, a sondagem também detalha sete projeções de segundo turno. Em dezembro, a última rodada da Quaest apontou Lula na liderança em todos os confrontos diretos contra os nomes citados.
Desde 1º de janeiro, todas as empresas de pesquisa são obrigadas a registrar seus levantamentos junto à Justiça Eleitoral. O objetivo é garantir a transparência sobre a metodologia e o financiamento das consultas de opinião pública voltadas ao pleito de 2026.
Desafios regionais no Norte e Centro-Oeste
Dados anteriores indicam oscilações importantes na percepção do governo federal. No recorte conjunto das regiões Norte e Centro-Oeste, a desaprovação ao governo oscilou para 52%, enquanto a aprovação registrou 44%. No Amazonas, números da Census Consultoria reforçam o cenário de resistência, com a desaprovação presidencial atingindo 52% no estado.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





