Política

Saiba quais deputados do AM votaram a favor do fundo eleitoral de R$ 4,9 bilhões

Congresso aprovou despesas no total de R$ 4,8 trilhões para o próximo ano.

Redação AM POST*

O plenário da Câmara aprovou na noite de terça-feira (21), por 357 votos contra 97 e duas abstenções, o relatório final do Projeto de Lei Orçamentária de 2022. O fundo eleitoral para custear as campanhas do ano que vem foi fixado em R$ 4,9 bilhões, o que representa redução de aproximadamente R$ 200 milhões no valor previsto originalmente.

Continua depois da Publicidade

Na bancada do Amazonas, os deputados federais que votaram favoráveis ao orçamento foram: Bosco Saraiva (Solidariedade), Sidney Leite (PSD) e Silas Câmara (Republicanos). Delegado Pablo (PSL) e Átila Lins (PP) estavam cumprindo agenda no interior do estado e não participaram da votação. O voto do deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos) não aparece no sistema. Marcelo Ramos (PL) presidiu a sessão e por isso não votou.

O voto contrário ao cotão foi do deputado federal, José Ricardo (PT), que apontou exagero do aumento, superando o valor exorbitante em comparação às eleições de 2018: “O valor anterior com algum reajuste, atualização, seria o suficiente para garantir a campanha”, disse.

Ainda em sua declaração, o petista lembra que o fundo eleitoral está garantido pela Lei nº 13.487/2017. “A Legislação aprovada fala do financiamento público. Acho justo e correto, desde que haja transparência. Antes do cotão podia-se contar com as doações de pessoas jurídicas, empresas, mas havia muitos conflitos, pois se o político ganhava as eleições, depois cobravam apoio, benefícios e indicações. Por isso é importante a prestação de contas!”, afirmou.

Continua depois da Publicidade

O texto prevê valor total da despesa de R$ 4,82 trilhões para o próximo ano, dos quais R$ 1,88 trilhão refere-se ao refinanciamento da dívida pública.

O Senado confirmou a aprovação, por 50 a 20, marcando a última atividade legislativa do Congresso Nacional no ano. Ao todo, 11 mudanças foram feitas na Comissão Mista do Orçamento para que a proposta pudesse ser levada a plenário.

Continua depois da Publicidade