Senado e Câmara terão novos presidentes em 2025; bancada do Amazonas se prepara para votações
Em dezembro, Hugo Motta se reuniu com parte da bancada amazonense para consolidar apoios.
- Arte: Luiza Araújo/Portal AM POST
Notícias de Política – No próximo sábado (1º), deputados federais e senadores decidirão os presidentes e as mesas diretoras das duas casas legislativas. No Congresso, parlamentares como o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Davi Alcolumbre (União Brasil) e o deputado federal Hugo Motta (Republicanos) já destacam os favoritos da disputa.
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No Senado, Davi Alcolumbre, é o nome mais forte na disputa. Ele conta com o apoio declarado do atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A aliança é significativa, especialmente porque Pacheco não recebeu o respaldo do PSD na sua eleição em 2023, o que reforça o peso dessa articulação.
As legendas que já declararam apoio a Alcolumbre somam 61 senadores, número que, embora expressivo, não garante a vitória. Isso porque a votação é secreta, e a fidelidade dos parlamentares ao compromisso partidário não é obrigatória. Para conquistar a presidência, Alcolumbre precisa garantir pelo menos 41 votos. Alcolumbre tem o apoio de sete partidos, incluindo MDB do senador amazonense Eduardo Braga e PSD de Omar Aziz. O PSDB, partido de Plínio Valério, ainda não declarou apoio oficial a nenhum candidato.
Hugo Motta: favoritismo consolidado na Câmara
Na Câmara dos Deputados, o cenário também é favorável a Hugo Motta, que conta com o apoio de 17 partidos, incluindo legendas de peso como PL, PSD, União Brasil e Cidadania. Além disso, Motta tem a chancela do atual presidente da Casa, Arthur Lira (PP), fator que fortalece sua posição.
Em dezembro, Hugo Motta se reuniu com parte da bancada amazonense para consolidar apoios. Entre os participantes estavam Sidney Leite (PSD), Átila Lins (PSD), Adail Filho (Republicanos), Silas Câmara (Republicanos) e Capitão Alberto Neto (PL). Na ocasião, os parlamentares reforçaram seu compromisso com o projeto liderado por Lira.
Para vencer, Motta precisará garantir no mínimo 257 votos entre os 513 deputados. Apesar do apoio declarado, a votação secreta na Câmara também traz um elemento de imprevisibilidade ao processo.
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