STJ mantém tornozeleira eletrônica de Rosinaldo Bual e proibição de acesso à Câmara de Manaus
Ministro do STJ negou pedido do vereador para retirar monitoramento eletrônico e voltar a frequentar presencialmente a CMM.
- O STJ negou liminar do vereador de Manaus Rosinaldo Bual para revogar duas cautelares: tornozeleira eletrônica e proibição de frequentar presencialmente a Câmara Municipal.
- As restrições permanecem em vigor até o julgamento definitivo do recurso, mas o vereador segue no mandato, trabalhando de forma remota e recebendo remuneração, com gabinete mantido.
- Bual é investigado por suposta “rachadinha”, com apuração de crimes como organização criminosa, concussão e peculato, sem condenação definitiva; ele já ficou preso preventivamente por cerca de dois meses.
- O caso continua no STJ, com envio ao Ministério Público Federal para parecer e posterior julgamento do mérito para decidir manter ou revogar as medidas cautelares.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Reprodução / AM Post
Notícias de Política – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de liminar apresentado pela defesa do vereador de Manaus Rosinaldo Bual (Agir), que buscava revogar duas medidas cautelares impostas pela Justiça: o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de frequentar presencialmente a Câmara Municipal de Manaus (CMM).
Na decisão, o ministro relator entendeu que não havia ilegalidade evidente na decisão anterior que justificasse a concessão da medida de urgência. Com isso, as restrições permanecem em vigor até o julgamento definitivo do recurso.
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Apesar de continuar impedido de acessar fisicamente a Câmara Municipal, Rosinaldo Bual permanece no exercício do mandato. O vereador seguirá desempenhando suas atividades de forma remota, conforme autorização judicial já concedida.
Além disso, ele continua recebendo a remuneração prevista para o cargo e mantendo a estrutura administrativa do gabinete durante a tramitação do processo.
Quais são as acusações investigadas
Rosinaldo Bual é investigado por suposta participação em um esquema de “rachadinha” na Câmara Municipal de Manaus.
Segundo o processo, o vereador responde por investigações relacionadas aos seguintes crimes:
- Organização criminosa;
- Concussão;
- Peculato.
As acusações ainda são objeto de análise judicial e não há condenação definitiva.
Durante a investigação, o parlamentar chegou a ser preso preventivamente por cerca de dois meses, mas posteriormente a prisão foi substituída por medidas cautelares, como o monitoramento eletrônico e a proibição de acesso ao prédio da CMM.
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Quais argumentos foram apresentados pela defesa
A defesa sustentou que as medidas cautelares não seriam mais necessárias.
Entre os argumentos apresentados estão:
- Ausência de fatos novos que justifiquem a manutenção das restrições;
- Cumprimento regular das determinações judiciais pelo vereador;
- Exoneração ou afastamento dos demais investigados, reduzindo o risco de interferência nas apurações;
- Existência de mecanismos de controle internos na Câmara Municipal.
Os advogados também afirmaram que a proibição de acesso ao plenário limita o exercício pleno do mandato, ainda que o trabalho remoto tenha sido autorizado.
O que acontece agora
Com a negativa da liminar, o processo continuará tramitando normalmente no Superior Tribunal de Justiça. O recurso será encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF) para emissão de parecer.
Após essa etapa, o caso retornará ao STJ para julgamento do mérito, quando os ministros decidirão se mantêm ou revogam as medidas cautelares impostas ao vereador.
O que são medidas cautelares
As medidas cautelares são restrições impostas pela Justiça durante uma investigação ou processo criminal para garantir o andamento das apurações e evitar riscos ao processo.
Entre elas podem estar:
- Uso de tornozeleira eletrônica;
- Proibição de frequentar determinados locais;
- Proibição de manter contato com outros investigados;
- Comparecimento periódico à Justiça.
Essas medidas podem substituir a prisão preventiva quando o magistrado entende que são suficientes para preservar a investigação.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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