Veja vídeo: delegado Costa e Silva rebate Marcelo Ramos e defende prisão de Maduro
Em vídeo publicado nas redes sociais, delegado criticou posicionamento do pré-candidato ao Senado e afirmou que população da Venezuela vive há décadas sob restrições impostas pelo chavismo.
- (Foto: Divulgação)
Notícias de política – O delegado Costa e Silva rebateu publicamente as críticas feitas pelo pré-candidato ao Senado Marcelo Ramos (PT) sobre a recente operação envolvendo a Venezuela. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Costa e Silva saiu em defesa da ação e contestou as declarações de Ramos, que condenou os ataques do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao governo venezuelano e a eventual prisão de Nicolás Maduro.
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Marcelo Ramos afirmou que a operação representaria uma violação aos direitos da Venezuela enquanto nação soberana, além de ferir princípios do direito internacional. Segundo o petista, qualquer intervenção externa configuraria uma afronta à autodeterminação do povo venezuelano.
Em resposta, o delegado Costa e Silva adotou um tom duro e afirmou que a realidade vivida pela população do país vizinho precisa ser considerada. Para ele, o discurso de soberania não pode servir de escudo para a manutenção de regimes autoritários. “Se for necessário, um país administra o outro até que haja eleições diretas e livres, para que o povo possa escolher quem quiser. Por que não?”, questionou.
Costa e Silva também destacou que a Venezuela é um país historicamente rico em petróleo, mas que, apesar dessa abundância, a população sempre viveu sob duras restrições econômicas e sociais. Segundo o delegado, essas dificuldades seriam resultado direto das políticas adotadas pelo regime chavista, liderado por Nicolás Maduro e seus aliados. “O povo venezuelano sempre teve o petróleo no quintal de casa, mas viveu à mercê de medidas duríssimas impostas pelo regime”, afirmou.
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O vídeo publicado pelo delegado ganhou repercussão nas redes sociais e intensificou o embate político entre os dois nomes, que representam campos ideológicos opostos. O episódio também reacende o debate sobre a situação política e humanitária da Venezuela e o papel da comunidade internacional diante da crise prolongada no país.
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