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FVS recomenda evitar lugares aglomerados em caso de gripe

O órgão registra a circulação dos vírus Influenza B e o ​Vírus ​Sincicial Respiratório, principalmente nas crianças menores de dois anos.

Por Hugo Guimarães

22/05/2017 às 10:04 - Atualizado em 22/05/2017 às 16:28

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) alerta para o aumento de casos de viroses respiratórias em Manaus durante o período chuvoso, principalmente nos meses de abril e maio, e recomenda evitar lugares com aglomeração, tendo em vista a fácil transmissão dos vírus ​de ​pessoa a pessoa. O órgão registra a circulação dos vírus Influenza B e o ​Vírus ​Sincicial Respiratório, principalmente nas crianças menores de dois anos, que podem evoluir com quadros graves de insuficiência respiratória.

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De acordo com o diretor-presidente da FVS, Bernardino Albuquerque, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é um quadro de gripe com complicações, principalmente pulmonares, que apresenta alguns sinais e sintomas que devem despertar o alerta dos pais. “Normalmente, o quadro de gripe dura em média de 10 a 15 dias, com febre, dor​es​ de garganta e cabeça ​ e tosse com secreção, mas se a criança apresentar dificuldades para respirar, a atenção médica precisa ser imediata, e os pais devem procurar a unidade de saúde​ mais próxima​ antes do agravamento do quadro clínico”, explica o infectologista.

“Cuidados especiais devem ser tomados com crianças menores de dois anos de idade, em particular, com os bebês prematuros e aquelas que apresentam doenças crônicas, como doenças pulmonares, cardíacas, neurológicas, e outras, ao serem diagnosticadas com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)”, alerta o diretor.

A secretária de Atenção a Saúde da Capital da Secretaria Estadual de Saúde do Amazonas, Denise Machado, informa que na rede de urgência e emergência pediátrica da Susam​ verifica-se um aumento de cerca de 30% no atendimento de pacientes com sintomatologia respiratória, em relação ao mesmo período do ano passado. “Chama a atenção o fato de que os pais estão demorando a buscar o atendimento. Com frequência chega​m​ em nossas unidades crianças com mais de seis dias de ​sintomas, muitas vezes, com sérios comprometimentos respiratórios, em estado grave ou gravíssimo​, necessitando internação ​e cuidados intensivos​ imediat​os”, alerta.

Medidas de prevenção – A FVS recomenda evitar a exposição de bebês e crianças menores a lugares com aglomerações e a ambientes fechados, como shoppings e cinemas, a pessoas gripadas ou a fumantes (o tabagismo passivo irrita as vias aéreas e favorece a infecção). Quanto menor a idade, maior o risco de uma infecção grave, pois o sistema imunológico dos bebês ainda é imaturo e as vias aéreas são muito pequenas.
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A amamentação é fundamental para fortalecer o sistema imunológico da criança. Outra medida necessária é lavar com água e sabão ou usar álcool gel nas mãos e objetos como chupetas, mordedores e brinquedos, além de manter os ambientes arejados. As mães que estiverem gripadas devem usar máscaras durante a amamentação e no cuidado com a criança.

Campanha de imunização – A baixa adesão à campanha nacional de vacinação contra influenza vem preocupando as autoridades de saúde, o balanço parcial demonstra ser o pior dos últimos cinco anos. A meta é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários, porém, até quinta-feira (18/05), o Estado registrou uma cobertura média de 45%, ou seja, menos da metade da meta​. Todos os grupos estão com baixa cobertura​, ​ incluindo 41% em crianças menores de cinco anos, 39% em gestantes e 59% em idosos, dentre outros grupos prioritários.

A FVS salienta a importância de os grupos de risco se vacinarem, para a prevenção de casos graves e óbitos pela doença. Devem ser vacinados as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade, as gestantes, as que tiveram um filho recentemente (até 45 dias após o parto), indivíduos com 60 anos ou mais de idade, os trabalhadores da saúde, os professores, os povos indígenas, os portadores de doenças crônicas como cardíacos, diabético, imunodeprimidos e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade. A campanha segue até o dia 26 de maio, em todas as unidades da saúde da capital e do interior.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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Sobre o TEA

Essas crianças autistas não estão fugindo ou escondendo-se, elas, de fato, estão perdidas, à espera de que alguém va ao seu alcance.

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