Homem perfura pulmão após usar ‘Vape’ e alerta: “Foi uma lição de vida”
O bancário começou a fumar cigarros eletrônicos há poucos meses, mas mesmo assim sofreu a lesão pulmonar.

Redação AM POST
O gerente de banco Allan Douglas, 33 anos, foi hospitalizado quando teve o pulmão foi perfurado pelo uso diário de cigarros eletrônicos — também conhecidos como “vapes”.
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Uma tomografia computadorizada verificou os danos ao órgão, e ele foi internado no hospital por onze dias, três dos quais passados na Unidade de Cuidados Intensivos (UTI).
Douglas disse que vinha usando cigarros eletrônicos há 5 meses, mas apenas ocasionalmente. Ele começou a fumar todos os dias durante 2 semanas enquanto estava de férias no Rio de Janeiro.
Foi então que desenvolveu tosse seca e severas dores. Ao sentir falta de ar e ficar sem fôlego, foi ao hospital onde rapidamente foi levado à UTI. Segundo Douglas, o médico foi enfático ao afirmar que, se não tivesse plano de saúde, certamente teria morrido por infecção bacteriana.
Douglas afirmou ainda que sempre fumou cigarros normais, mas começou fumar cigarros eletrônicos há poucos meses, somente aspirando, sem tragar a fumaça — que geralmente tem cheiro agradável.
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Em suas redes sociais, o banqueiro publicou foto de quando foi hospitalizado, alertando a atenção de seus amigos para os riscos dos chamados “vapes”. “Não queira passar pelo que passei, foi uma lição de vida, alerte seu amigo”, escreveu ele.
Os perigos do cigarro eletrônico
Muitos fumantes mudam para cigarros eletrônicos como um substituto aos cigarros tradicionais, embora isso não tenha nenhum efeito benéfico à saúde como a maioria pensa.
Os chamados “vapes” incluem produtos químicos tóxicos para as mucosas durante o processo de aquecimento para gerar fumaça. Mesmo os que não possuem nicotina líquida, são prejudiciais.
As principais substâncias usadas nos líquidos são o propilenoglicol e a glicerina. Ambas não são prejudiciais se ingeridas, mas quando transformadas em fumaça, são inaladas e se tornam tóxicas. Além disso, existem outras substâncias que conferem sabor.
Um estudo publicado em 2018 na revista PLoS Biology mostra que os cigarros eletrônicos ou “vapes” podem ser mais prejudiciais à saúde do que o próprio tabaco.
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