Google e YouTube vetam monetização para quem negar mudanças climáticas
O Google afirmou também que usará uma série de ferramentas automatizadas e análises humanas para validar a política.
- Foto: Reprodução
O Google não permitirá mais que anunciantes, editores e até influenciadores do YouTube monetizem vídeos e conteúdos que neguem a existência de mudanças climáticas. A plataforma de busca detalhou as mudanças em um documento, nesta última quinta-feira (7).
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“Hoje, estamos anunciando uma nova política de monetização para anunciantes, editores e criadores do YouTube do Google que proibirá anúncios e monetização de conteúdo que contradiga o consenso científico bem estabelecido sobre a existência e as causas das mudanças climáticas”, disse a equipe do Google.
Segundo a empresa, “isso inclui conteúdo que se refere às mudanças climáticas como uma farsa ou fraude, alegações que negam que as tendências de longo prazo mostram que o clima global está esquentando e alegações que negam que as emissões de gases de efeito estufa ou a atividade humana contribuem para a mudança climática.”
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O Google afirmou também que usará uma série de ferramentas automatizadas e análises humanas para validar a política: “Ao avaliar o conteúdo em relação a esta nova política, examinaremos cuidadosamente o contexto em que as reivindicações são feitas, diferenciando entre o conteúdo que afirma uma afirmação falsa como fato e o conteúdo que relata ou discute essa afirmação”.
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Os anúncios ainda serão permitidos sobre tópicos climáticos, debates públicos sobre políticas climática e pesquisas, por exemplo, de acordo com o Google.
Desta forma, o aumento da ação contra os negadores da existência de mudanças climáticas demonstra a segunda grande mudança na política de desinformação do Google. A decisão chega uma semana depois que o YouTube proibiu as fake news sobre vacinas e assim, segue os novos recursos com o objetivo de ajudar as pessoas.
Fonte: Olhar Digital
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