A luta pelo direito de não ter aulas
Ao que me parece, o que menos importa aos “alunos”, que ocupam ilegalmente mais de 1.000 escolas públicas em todo o país, é a real melhoria na eficiência da educação pública. Não precisa ser um expert, para perceber a atuação de partidos e grupos políticos nos atos que, se quer apresentam pautas consistentes e sim a doutrinação política e ideológica, que vem sendo pregada, anos, após anos nos ambientes escolares.
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Depredação, danos ao patrimônio público, atraso no calendário escolar e o adiamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), são os legados da ação orquestrada pelo desgoverno de Dilma Rousseff (PT) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que não satisfeitos com os prejuízos incalculáveis, tentam abalar a tentativa de estabilização do país.
Observa-se que o movimento, é orquestrado por uma esquerda, que já declarou oficial e publicamente, que fará forte oposição ao atual governo e não deixará que se governe em paz.
Através da alcunha de “estudantes”, vários milicianos usam truculência, para inventar as mais varias justificativas para empurrar democracia goela abaixo, nas escolas e exercer seu “direito de manifestação”, como arma para impedir o direito à educação da maioria.
Os verdadeiros alunos, assim como seus pais e responsáveis, querem estudar. Milhões de jovens têm seus direitos tolhidos por uma minoria organizada, que segue à risca as determinações de um comando superior, seja ele partidário, ou doutrinário advindo de professores de estrema esquerda, que se escondem do público, e inventam a história de que não existe doutrinação.
A maioria desses manifestantes se quer sabe o porquê está protestando. Cada “aluno” tem um posicionamento diferente, e não seguem um consenso, mas são unânimes em dizer que são contra o governo. Alguns ainda precisam se policiar, para não pronunciarem o famoso “governo golpista”, termo que virou piada entre a população, especialmente depois do fracasso esmagador da esquerda brasileira nas Eleições de 2016.
O posicionamento radical da esquerda brasileira, ainda encontra força nas escolas e na manipulação de professores doutrinários, que repassam os comandos partidários de seus superiores. Situação que combatemos com a defesa do projeto Escola Sem Partido, que visa minar a atuação partidária no âmbito escolar, remetendo aos pais o dever de orientarem seus filhos, em assuntos de cunho político e religioso.
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