Caso Miguel: família do menino morto pede R$ 985 mil de indenização
Em junho de 2020, Sarí Gaspar Corte Real apertou o botão do elevador do condomínio onde residia e deixou o menino Miguel Otávio sozinho pouco antes dele subir até o nono andar e cair.
- Foto: Reprodução
Agência Brasil
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Na audiência ocorrida na 3ª Vara Cível de Recife, nessa terça-feira (02), os pais e a avó materna do menino Miguel Otávio, de 5 anos, que caiu do 9º andar de um prédio de luxo em Recife, no dia 2 de junho de 2020, pediram uma indenização a Sarí Gaspar Corte Real, no valor de R$ 985 mil por danos morais e materiais.
Sem acordo, os advogados de acusação e defesa têm agora até 15 dias úteis para se manifestar sobre documentos anexados ao processo; e, se for necessário, apresentar alegações finais. A partir deste trâmite é que será proferida decisão judicial ainda sem data para acontecer.
Essa ação cível tramita na Justiça de forma paralela ao processo criminal.
A ex-primeira dama do município de Tamandaré, município do litoral sul do estado de Pernambuco, foi condenada em maio deste ano, pela 1ª Vara de Crimes Contra Criança e o Adolescente, a oito anos e seis meses de prisão por abandono de incapaz com resultado em morte. A defesa de Sarí recorreu da sentença e ela aguarda em liberdade o andamento do processo criminal.
Em junho de 2020, Sarí Gaspar Corte Real apertou o botão do elevador do condomínio onde residia e deixou o menino Miguel Otávio sozinho pouco antes dele subir até o nono andar e cair. No momento da queda, Mirtes Souza, a mãe da criança e que trabalhava na residência de Sarí na época, passeava com o cachorro da família dos ex-patrões.
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