Brasil

Brasil


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

CPI convoca ministro da Justiça para falar sobre escutas clandestinas em cela

Por Hugo Guimarães

09/07/2015 às 16:00

A CPI da Petrobras aprovou nesta quinta-feira a convocação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para falar aos parlamentares sobre a existência de uma escuta clandestina na cela do doleiro Alberto Youssef. A convocação teve a anuência do relator da comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ), e dos outros petistas presentes – não houve votos contrários. O requerimento faz parte de um bloco de mais de setenta requerimentos aprovados nesta quinta pela CPI.

PUBLICIDADE

Como mostrou VEJA em maio, Cardozo determinou a abertura de sindicância sobre uma escuta ambiental instalada sem autorização da Justiça na cela de Youssef. Os alvos da investigação são os delegados da Superintendência da Polícia Federal do Paraná que atuam na Lava Jato. Uma tese corrente na PF é a que a sindicância tem o objetivo de achar uma justificativa para derrubar as provas colhidas na operação. A CPI também pediu acesso à apuração interna da PF sobre o episódio e convocou dez delegados ligados ao caso.

Na lista de requerimentos aprovados também está uma acareação entre João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, e Augusto Mendonça Neto, executivo da Toyo Setal.
Mendonça Neto admitiu ter pago propina a Vaccari e Duque, que negam participação no esquema. Outros nomes da lista de convocados são: Júlio Camargo, também da Toyo Setal, Rafael Ângulo Lopez, que distribuía dinheiro a políticos em nome de Alberto Youssef, e o empresário Marcelo Odebrecht, que está preso.

O ministro Edinho Silva, da Secretaria de Comunicação Social, foi poupado. Ele atuou como tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff em 2014 e, de acordo com o empreiteiro Ricardo Pessoa, pressionou a UTC para obter doações eleitorais.

Os requerimentos aprovados se juntam a outras centenas de pedidos. Apenas uma pequena parte deles terá efeito já que restam menos de dois meses para a CPI encerrar seus trabalhos.
Nesta quinta-feira, a CPI deveria realizar uma acareação entre João Vaccari Neto e o delator Pedro Barusco, que foi gerente de Serviços da Petrobras e admite ter participado da engrenagem criminosa. A defesa de Barusco, entretanto, obteve no Supremo Tribunal Federal uma decisão que impediu o depoimento. O argumento é que o ex-gerente, que tem câncer, não possui condições de saúde para comparecer.

Fonte: Veja.com

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

O Autismo é ver o mundo de um outro jeito, e cada um de nós temos que achar um jeito de entender as diferenças.

Dr. Leonardo Maranhão

Últimas notícias

Manaus

Rio Negro baixa mais rápido em 2026 e acende alerta para seca severa em Manaus

Rio perdeu 58 centímetros nos primeiros dez dias de agosto e apresenta ritmo de vazante cerca de 70% maior que o registrado no ano passado.

há 8 minutos

Política

Roberto Cidade promove troca de cargos estratégicos em secretarias do Amazonas

Mudanças oficializadas no Diário Oficial atingem as áreas de Governo, Saúde e Assistência Social, além da ARSEPAM e Cetam.

há 11 minutos

Mundo

Terremoto de magnitude 7,4 na Colômbia coloca jogos da Libertadores e Sul-Americana em alerta

Forte tremor atingiu o oeste colombiano nesta segunda-feira (10) e deixou mais de 100 mortos.

há 37 minutos

Manaus

Viaduto Miguel Arraes tem acessos interditados em Manaus; veja desvios e linhas de ônibus afetadas

Interdição segue até as 4h desta segunda-feira (10) para instalação de novo pórtico de sinalização.

há 53 minutos

Brasil

Congresso retoma votações com duas semanas de esforço concentrado antes das eleições

Câmara e Senado terão períodos específicos de trabalho em agosto e setembro para conciliar votações com a campanha eleitoral.

há 54 minutos