Em visita a CMM, superintende da Suframa pede apoio a vereadores
Alfredo Menezes afirmou que uma de suas primeiras ações à frente da autarquia será viabilizar que as deliberações do Projeto Produtivo Básico (PPB) voltem para Manaus.
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O superintende da Suframa, Coronel Alfredo Menezes, visitou na manhã de quarta-feira (20), a Câmara Municipal de Manaus (CMM) onde conversou com os vereadores e falou sobre os desafios que vai encarar à frente da autarquia. Ele também pediu apoio aos vereadores e declarou deixar às portas abertas da autarquia para os parlamentares.
“Gostaria de contar com a ajuda de todas as senhoras e senhores vereadores, nós estamos com o canal aberto para esta Casa e preciso da colaboração, da orientação que vocês possam nos dá nas diretrizes para que juntos possamos com os segmentos de nossa sociedade mantermos e melhorarmos o modelo para sermos mais atrativos, gerando emprego e renda”, disse.
Agradecimento
Na ocasião, Menezes aproveitou para agradecer ao vereador Chico Preto (PMN) pela Moção de Apoio à sua nomeação, apresentada pelo parlamentar na semana passada.
“Eu estava em Brasília quando tomei conhecimento que o vereador Chico Preto apresentou essa Moção de Apoio à minha nomeação. Fico honrado porque o vereador é um grande político e muito respeitado em nossa cidade”, disse.
Na avaliação de Chico Preto, a Moção de Apoio se deu pela competência de Menezes e o trânsito que ele tem em Brasília. “Coronel Menezes é um homem honrado, com currículo impecável e com o melhor trânsito possível em Brasília, uma vez que é amigo do vice e do presidente da República. Ele reúne as condições de devolver o protagonismo que a Zona Franca de Manaus perdeu nos últimos anos”, destacou.
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Primeira ação
Em conserva com os vereadores, o novo superintendente da Suframa afirmou que uma de suas primeiras ações à frente da autarquia será viabilizar que as deliberações do Projeto Produtivo Básico (PPB) voltem para Manaus. O PBB determina as etapas de produção que as empresas devem obedecer para se instalarem na Zona Franca.
“Já estamos trabalhando há 40 dias para destravar as amarras do PPB. Ele pode ser agilizado em 120, conforme prevê a lei, porém esse prazo não tem sido cumprido”, afirmou.
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