Ex-prefeito de Eirunepé Raylan Barroso é investigado por irregularidades em contrato
Ação aponta possível antieconomicidade em licitação e pede suspensão de contrato firmado por antiga gestão municipal.
- Foto: Reprodução/Instagram
Notícias do Amazonas – O Ministério Público de Contas (MPC) ingressou com uma representação com pedido de medida cautelar contra o ex-prefeito de Eirunepé, Raylan Barroso, por possíveis irregularidades e indícios de antieconomicidade em contrato firmado pela ex-gestão.
O procedimento, resultado do Pregão Presencial nº 42/2023, teve como objetivo a contratação de fornecimento de materiais gráficos para a administração municipal.
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A ação consta na edição do Diário Oficial do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) publicada nesta quarta-feira (13).
O MPC também solicitou a suspensão imediata dos efeitos do extrato do contrato firmado pelo ex-prefeito.
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Raylan Barroso, que comandou o município de Eirunepé por dois mandatos, enfrentou diversas acusações de irregularidades administrativas e financeiras ao longo das gestões.
Em agosto de 2025, ele se tornou réu em múltiplos processos judiciais e administrativos, incluindo acusações de corrupção, superfaturamento, crime ambiental e desvio de recursos federais, totalizando mais de R$ 20 milhões em prejuízos aos cofres públicos.
Entre os casos mais destacados, está um contrato de R$ 16,3 milhões com a empresa RS Empreendimentos Ltda. para pavimentação de ruas, onde os serviços contratados não foram devidamente executados, apesar do pagamento milionário autorizado pela prefeitura.
Além disso, Barroso foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por má gestão de recursos destinados à criação de creches, sendo obrigado a devolver R$ 1,18 milhão ao Governo Federal .
- Foto: Reprodução
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