Países do Mercosul comprarão medicamentos juntos para baixar preços
Primeira compra será de medicamentos contra hepatite C e de Aids.
Está certa a possibilidade de os países integrantes do Mercosul comprarem juntos remédios estratégicos. O acordo havia sido assinado há alguns meses, mas foi firmado na última sexta-feira, 11 de setembro. Ele prevê também a criação de um banco de preços de medicamentos para que os países tenham maior poder de negociação – saibam os valores negociados com os outros governos.
PUBLICIDADE
O objetivo é comprar os remédios com preços mais em conta, pois serão adquiridos em grande quantidade. Isso porque os preços cobrados pelos laboratórios fabricantes chegam a variar em até cinco vezes, de acordo com a escala comprada.
A primeira compra será de medicamentos para o tratamento de hepatite C e de aids, e está programada para outubro.
Como funcionará
São signatários deste acordo: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Venezuela, Chile, Equador e o Suriname. Cada um desses países definiram os medicamentos prioritários para compra.
O banco de preços do Mercosul terá a função de reunir detalhes sobre as compras de medicamentos e equipamentos feitas pelos ministérios da Saúde da América do Sul. Esse sistema terá dados como preços das últimas compras, quantitativos, fornecedores, entre outros. O banco de preços do governo brasileiro servirá de modelo para a base de dados regional.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





