Vereador defende a criação de aterro para o descarte de lixo do PIM
Joãozinho Miranda afirma que a medida evitará a sobrecarga do municipal.
A criação de um local adequado para descarte dos resíduos provenientes das empresas no Distrito Industrial de Manaus foi defendida pelo vereador Joãozinho Miranda (PTN), durante a reunião da Comissão do Meio Ambiente da Câmara Municipal, na tarde da última quarta-feira, com a finalidade de discutir mecanismos para combater os lixões e as lixeiras clandestinas, que causam danos ao meio ambiente.
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Ao justificar a sugestão feita aos participantes do encontro, Joãozinho Miranda, que é membro da comissão, sustentou que a existência de uma área própria para receber os resíduos produzidos pelas industriais, vai evitar problemas e sobrecarga no aterro municipal.
A reunião contou com as presenças do secretário municipal de Limpeza Pública, Paulo Farias; da presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), Ana Eunice Aleixo; do secretário municipal do Meio Ambiente e Sustentabilidade, Itamar de Oliveira Mar; do representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ricardo Gomes; e dos vereadores Everaldo Farias (PV), Massami Miki (PSL), Ewerton Wanderley (PSDB), Professor Bibiano (PT) e Rosivaldo Cordovil (PTN).
O objetivo do encontro é elaborar medidas para combater os lixões causados pelo descarte de resíduos produzidos por empresas do Distrito Industrial. O presidente da Comissão do Meio Ambiente, vereador Everaldo, disse que vai aproveitar as informações fornecidas pelos representantes dos órgãos presentes para fundamentar o relatório com medidas de às lixeiras irregulares e lixões existentes na cidade de Manaus.
Joãozinho Miranda informou que já manteve contato com empresários, que reclamam das dificuldades para destinar o lixo no aterro sanitário municipal, devido o tipo de resíduos e as filas que são obrigados a enfrentar no momento do descarte.
A presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, Ana Aleixo, e o representante da OAB, Ricardo Gomes, classificaram a atuação das lixeiras clandestinas como “um caso de polícia”, e defenderam que as empresas ilegais devem ser denunciadas à Delegacia Especializada do Meio Ambiente.
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